Costumamos dizer no Google: “lance rápido e inove.” Apesar de essa estratégia ser voltada ao nosso desenvolvimento de produtos, aparentemente também se aplica ao nosso serviço de correio! Como vocês já devem ter acompanhado pela movimentação da blogosfera, apertamos “enviar” um pouco cedo demais com a versão HQ que introduzia nosso novo navegador (browser) de código aberto, Google Chrome. O lançamento da versão beta do Google Chrome oficialmente é nessa terça-feira, dia 02, em mais de 100 países.
E, então, por que estamos lançando o Google Chrome? Porque acreditamos que podemos contribuir para melhorar a experiência dos usuários de Internet e, ao mesmo tempo, ajudar a fomentar a inovação na web.
No Google, passamos boa parte do nosso tempo usando navegadores. Os usamos para fazer buscas, conversar online, criar e editar documentos, planilhas e apresentações, enviar e-mails e muito mais. Naturalmente, como muitos, quando temos algum tempo livre também fazemos compras online, transações bancárias, lemos notícias e mantemos contato com os amigos – tudo, a partir de um navegador. Assim, como muitos usuários de Internet, passamos cada vez mais tempo online e fazemos coisas que nunca imaginávamos fazer com os primeiros navegadores que surgiram há mais de 15 anos.
E, como passamos muito tempo online, começamos a pensar seriamente como seria um navegador se pudéssemos começar do zero e se aproveitássemos os melhores componentes e recursos dos navegadores que temos hoje. Considerando que a web evoluiu muito (das páginas bem simples, praticamente de texto, chegando às aplicações interativas que temos hoje) temos que repensar por completo o papel dos navegadores. De modo que, o que realmente precisávamos, não era um navegador, e sim uma plataforma para rodar aplicações e páginas web. Foi justamente isso que nos propusemos a construir.
Por isso estamos lançando a versão beta de um novo navegador de código aberto: Google Chrome.
Na superfície, nos esmeramos em desenhar uma janela simples e limpa. Para a maioria das pessoas, o navegador não é o que importa, é simplesmente uma ferramenta para alcançar o que realmente importa: as páginas, sites e aplicações que formam a web. Do mesmo que a clássica página do Google, o Google Chrome é limpo e rápido. E não se coloca entre você e o que realmente quer fazer na Internet.
Em seu interior, abaixo da superfície, construímos os fundamentos de um navegador que pode atender às exigentes e complexas aplicações de hoje. Mantendo cada guia (tab) em seu próprio ambiente, isolado, evitando que um erro em uma guia cause problemas para as demais. Também melhora a capacidade do navegador de proteger os usuários e suas máquinas de sites que abrigam software maliciosos. A velocidade e o tempo de resposta foram melhorias importantes, construímos o V8, um motor de JavaScript mais poderoso para impulsionar a próxima geração de aplicações web, que não são possíveis nos navegadores de hoje.
Este é só o começo e sabemos que o Google Chrome ainda tem um bom caminho a percorrer. Lançamos esse beta para Windows para gerar um diálogo construtivo e ouvir o que você pensa. Também estamos trabalhando intensamente em uma versão para Mac e outra para Linux e continuaremos fazendo o Google Chrome um navegador mais rápido e mais robusto.
Devemos muito a vários projetos também de código aberto e que contam com nosso compromisso de seguir seu caminho. Usamos componentes do WebKit da Apple e do Firefox da Fundação Mozilla, entre outros, e é com esse mesmo espírito que nosso código também permanecerá aberto. Esperamos colaborar com a comunidade e, assim, impulsionar o futuro da web.
A cada dia a web se torna melhor, com mais opções e inovações. O Google Chrome é outra alternativa e esperamos que contribua para o desenvolvimento da Internet.
Visite-nos nesta terça-feira e experimente o Google Chrome. Faremos outro blogpost aqui assim que o Chrome estiver pronto para ser baixado dos nossos servidores.
No mais recente encontro da Sociedade Brasileira da Computação (SBC), em Belém-PA, uma pequena delegação feminina de googlers esteve presente para apresentar uma proposta inspiradora para o universo de mulheres da computação. Durante o encontro, foi anunciado um prêmio parar mulheres que estudam ciência da computação de engenharias.
A engenheira de software, Alice Bonhomme-Biais, do Google em Nova York, falou na manhã de terça-feira, 15 de julho, aos presentes do congresso sobre os desafios de trabalhar com uma ferramenta de busca comercial e, ao lado de Patricia Prieto, gerente de captação de talentos do Google para América Latina, anunciou o prêmio Google Brazil Women in Technology.
As inscrições poderão ser feitas entre os dias 21 de julho e 8 de setembro no site http://www.google.com/jobs/brazilwomen por mulheres de todo o país que estejam cursando graduação, mestrado ou doutorado em áreas ligadas à computação. Dez estudantes serão premiadas com laptops e visita ao escritório de engenharia do Google em Belo Horizonte (MG).
Patrícia Prieto, que estava lá em Belém, disse que foi muito boa a receptividade de todos em relação ao prêmio. “Professoras das universidades que participavam do Congresso nos parabenizaram pela iniciativa. Esperamos inspirar muitas mulheres que estão cursando essas áreas a não desistirem”, comentou.
O crescimento do chamado conteúdo gerado pelo usuário, da criatividade e da expressão individual na Internet é fenomenal. Os fatos falam por si: um blog é criado a cada segundo todos os dias; 13 horas de vídeo são colocados no YouTube, o maior site do mundo de compartilhamento de vídeos, a cada minuto; e mais de 25% dos internautas, cerca de 1 bilhão de pessoas, fazem parte de uma rede social – seja ela o Facebook nos Estados Unidos, o Bebo na Grã-Bretanha ou o Orkut aqui no Brasil.Os benefícios dessa nova maneira de se comunicar são enormes. Milhões de pessoas em todo o mundo têm uma liberdade sem precedentes – liberdade para criar e comunicar-se, para organizar e influenciar, para falar e ser ouvido. Isso também ajuda a sociedade com um todo, pois quando as pessoas têm maior acesso à informação e exposição às opiniões de outros indivíduos, normalmente elas tomam decisões melhores.No entanto, infelizmente nem todos utilizam a Internet como algo para o bem. Algumas vezes é uma questão de opinião, ou mesmo uma tradição local. Armas, por exemplo, são mais aceitáveis em algumas sociedades do que em outras. E a maneira como países diferentes lidam com o racismo e incentivo ao ódio varia de forma imensa. Na Alemanha, por razões históricas óbvias, é ilegal promover o Nazismo. Em outros casos, fica óbvio que o material deve ser removido e as pessoas que o vendem devem ser processadas e punidas. Por isso, empresas como Google enfrentam desafios concretos, não só porque operam em mais de 100 países, mas também porque a forma como as pessoas utilizam nossa tecnologia evolui quase que diariamente. Nós tentamos constantemente estar um passo à frente dos criminosos que abusam de nossos serviços, e estamos sempre nos certificando de que haja um equilíbrio correto entre o direito de um indivíduo de se expressar e as opiniões de uma comunidade mais ampla. É por essa razão que, no Brasil, nós estamos trabalhando fortemente com o governo e as autoridades locais para pôr em prática novas formas de proteção ao usuário. Nossa missão é procurar garantir que o Orkut não seja utilizado para atividades criminosas. Pedimos aos nossos engenheiros que estudassem como a tecnologia pode ajudar a evitar os abusos e possibilitar que promotores do Estado rastreiem os criminosos quando algum ato ilícito ocorrer. Nós queremos manter a integridade do Orkut para que milhões de brasileiros que amam o site possam continuar a utilizá-lo de forma segura e para o bem.
No geral, nós só mantemos informações sobre os "posts" no Orkut (incluindo o endereço do computador a partir do qual eles foram gerados) por 30 dias. Mas os promotores brasileiros estão convencidos de que esse tempo não é longo o suficiente para os casos suspeitos de má conduta. Assim, nós concordamos em manter os registros dos usuários brasileiros do Orkut por seis meses, o que dará às autoridades o tempo hábil que eles necessitam para coletar evidências e, se necessário, processar os responsáveis.
Nós também cumprimos nossa promessa feita diante do Senado Federal para desenvolver meios mais efetivos para fornecer as informações solicitadas pelas autoridades, de forma que possamos enviá-las aos promotores brasileiros o mais rápido possível.
Além disso, nós estamos trabalhando com a SaferNet – uma importante organização de proteção à criança – para ver como podemos trabalhar em parceria para evitar a disseminação de material nocivo. Juntos, desenvolvemos um sistema de aviso que possibilitará que a SaferNet nos alerte sobre uma suspeita de conteúdo ilegal quando ela aparecer. Uma equipe especial do Google verificará então a evidência fornecida e responderá à SaferNet, que poderá alertar o Ministério Público Federal. Nós acreditamos que isso ajudará a remover material ilegal mais rapidamente e possibilitará que os promotores busquem ordens judiciais para que os responsáveis possam ser identificados.
Ajudar as autoridades a rastrear e processar os responsáveis por esses crimes é importante, mas a prevenção é melhor do que a cura. Por isso, o Google vem trabalhando com afinco nos últimos dois anos para desenvolver novas ferramentas que ajudem a evitar que material ilegal seja colocado no Orkut. Essas inovações nos permitirão identificar e remover imagens inadequadas com mais eficiência – e a dissuadir outros a fazê-lo.
Obviamente, nenhum sistema é à prova de erros. Mas eu acredito que as mudanças que colocamos em prática ajudarão a combater o crime, ao mesmo tempo em que protegerão a liberdade de expressão da imensa maioria dos usuários do Orkut no Brasil – uma parcela que segue a lei e usa o Orkut para o bem.
Lidar com conteúdo controverso é um dos maiores desafios que enfrentamos como empresa. Nós sabemos que não temos todas as respostas. Também sei que no Brasil, como em muitos outros países, nós não temos um índice de 100% de acerto. No entanto, tentamos ser o mais transparente possível sobre a forma como tomamos decisões. E assumimos o compromisso de sempre manter os usuários do Orkut informados e envolvidos, trabalhar com as autoridades locais e aprimorar nossos atos e políticas.
Em maio, Udi Manber apresentou nosso grupo de qualidade de busca responsável pela classificação dos resultados das consultas. Naquele post, Ubi apresentou várias equipes dentro da “Qualidade” (como gostamos de chamar o grupo), incluindo Classificação Principal, Busca Internacional, Interfaces com o Usuário, Avaliação, Webspam e outras equipes. Hoje eu gostaria de falar mais sobre uma daquelas equipes: A equipe de Classificação Principal.
Meu nome é Amit Singhal. Sou o Google Fellow encarregado da equipe de busca do Google. Trabalhei na área de busca nos últimos 18 anos tendo sido apresentado à busca em 1990 como estudante de pos graduação em ciência da computação. No mundo acadêmico, a área de busca é conhecida como Recuperação de Informação (ou RI). Após passar uma década como pesquisador de RI, vim para o Google em 2000 e trabalho com a busca desde então.
A busca do Google é um conjunto de algoritmos usados para encontrar os documentos mais relevantes para a consulta de um usuário. Fazemos isso em centenas de milhões de consultas por dia, a partir de um conjunto de bilhões e bilhões de páginas. Esses algoritmos são executados para cada consulta realizada na maioria dos serviços de busca do Google. Enquanto a busca de páginas Web é o nosso serviço mais usado e mais conhecido, os mesmos algoritmos também são usados - com algumas modificações - para outros serviços de busca do Google, incluindo Imagens, Notícias, YouTube, Mapas, Pesquisa de Produtos, Pesquisa de Livros e outros.
A pergunta mais comum que ouço sobre a classificação do Google é “como é que vocês fazem?". Obviamente, existem várias coisas que ajudam a criar um sistema de classificação tão moderno como o nosso e eu me aprofundarei na tecnologia por trás dele em um outro post. Hoje gostaria de compartilhar brevemente as filosofias por trás do processo de classificação do Google:
1) os resultados mais relevantes localmente servidos globalmente
2) manter a simplicidade
3) sem intervenção manual
A primeira filosofia é óbvia. Por causa de nossa paixão pela busca, queremos ter absoluta certeza de que todas as consultas dos usuários obtenham os resultados mais relevantes. Freqüentemente chamamos esse princípio de “nenhuma consulta será abandonada”. Sempre que fornecemos resultados inferiores ao ideal para qualquer consulta em qualquer idioma, em qualquer país - e o fazemos (busca não é de forma alguma um problema resolvido) - usamos isso como inspiração para melhorias futuras.
O segundo princípio também parece óbvio. Não é o desejo de todo arquiteto de sistema manter seus sistemas simples? Bem, conforme os sistemas de busca avançam, dada a grande variedade de consultas de usuários que precisamos responder em vários idiomas, é comum querer adicionar mais complexidade ao sistema para servir a fração incremental seguinte das consultas. Trabalhamos muito para que nosso sistema se mantenha simples sem comprometer a qualidade dos resultados. Esse é um esforço constante que vale à pena. Fazemos cerca de dez alterações de classificação toda semana e o grande fator considerado é a simplicidade na implementação de cada mudança. Nossos engenheiros entendem exatamente porque uma página foi classificada de certa maneira para uma dada consulta. Esse sistema simples e compreensível nos permitiu inovações rápidas, o que é visível! A filosofia de “manter a simplicidade” nos serve muito bem.
Nenhuma discussão sobre a classificação do Google seria completa sem que se fizesse a comum - porém equivocada! :) - pergunta: “O Google edita manualmente seus resultados?” Vou responder a essa pergunta usando a nossa terceira filosofia: "sem intervenção manual". No nosso ponto de vista, a Internet é feita por pessoas. Vocês são as pessoas que criam páginas e links para as páginas. Estamos usando toda essa contribuição humana através de nossos algoritmos. A ordenação final dos resultados é decidida por nossos algoritmos usando as contribuições da comunidade maior da Internet e não manualmente por nós. Acreditamos que o julgamento subjetivo de qualquer indivíduo é... bem... subjetivo, e as informações filtradas por nossos algoritmos do vasto volume de conhecimento humano codificado nas páginas da Internet e seus links é melhor do que a subjetividade individual.
A segunda razão pela qual temos um princípio contra o ajuste manual de nossos resultados é que, freqüentemente, uma consulta com resultados ruins é apenas um sintoma de uma melhoria em potencial a ser feita ao nosso algoritmo de classificação. Melhorar o algoritmo fundamental não apenas melhora aquela consulta, melhora toda uma classe de consultas e, na maioria das vezes, para todos os idiomas. Devo acrescentar, entretanto, que existem políticas claras para sites recomendados pelo Google e nós tomamos as devidas providências contra sites que, por quaisquer motivos, violam nossas políticas (ex.: exigências legais, pornografia infantil, vírus, malware, etc.).
Fique ligado no meu próximo post em que discutirei em detalhes as tecnologias por trás de nossa classificação e darei exemplos de várias técnicas modernas de classificação em ação. Nossa paixão pela busca está mais forte do que nunca, e devo dizer que, como um pesquisador de busca, tenho o melhor emprego do mundo. :-)
Gustavo Rosa esbanjou conhecimento sobre arte e nos contou toda a sua história de vida. Pode parecer difícil de acreditar, mas ele é o único artista de sua família. Ele também nos confessou que é um pintor nato e autodidata. Desde pequeno, sabia que seu futuro estava na pintura. Tentou trabalhar com publicidade durante alguns anos, mas provou para todos que seu destino estava mesmo traçado na calçada da arte.
Antes de ir embora, Gustavo autografou um de seus livros especialmente para os Googlers. Para encerrar com chave de ouro, rabiscou na hora uma caricatura na própria página do autógrafo:
O tema do Gustavo Rosa está disponível pelo link: http://www.google.com/help/ig/art/artists/rosa.html.
E fiquem atentos aos outros temas no http://www.google.com.br/help/ig/art/gallery.html, pois novos artistas também já estão mostrando suas caras no iGoogle!
Hoje, anunciamos um acordo de publicidade não exclusivo que fornecerá à Yahoo! acesso aos nossos programas AdSense para busca e AdSense para conteúdo em suas propriedades da web nos EUA e no Canadá. Além disso, trabalharemos para possibilitar a interoperabilidade entre nossos respectivos serviços de mensagens instantâneas, oferecendo aos usuários comunicação melhor e mais ampla online.Temos orgulho das tecnologias de publicidade que desenvolvemos, que mostram aos usuários um anúncio relevante, quer estejam procurando um item específico ou navegando pela Internet. Este acordo estende esses benefícios à Yahoo! e seus muitos usuários, anunciantes e editoras parceiras. Atualmente fornecemos serviços similares a sites como AOL e Ask.com, assim como muitos outros parceiros, e trabalhamos de perto com todos os nossos parceiros para assegurar que nossa parceria impulsione seu sucesso a longo prazo.Por que fizemos este acordo? Muito simples, achamos que é bom para os usuários, anunciantes e editoras. Ao oferecer a tecnologia líder do setor da Google para Yahoo!, o sistema todo torna-se mais eficiente, e todos se beneficiam:
- Os consumidores verão anúncios mais relevantes quando estiverem procurando informação e navegando pela web. E com a interoperabilidade entre os serviços IM, os usuários terão acesso mais fácil a ainda mais de seus contatos.
- As editoras que se encontram atualmente na Rede de Editoras da Yahoo! se beneficiarão da tecnologia de publicidade da Google, aumentando potencialmente a receita que ganham com seus sites.
- Os anunciantes terão novas e mais eficientes maneiras de atingir seus clientes alvo.
Também achamos que isso é bom para a concorrência. A verdade é que este tipo de acordo é lugar comum em muitos setores, e isto não exclui a concorrência acirrada. A Toyota vende sua tecnologia híbrida para a General Motors, embora sejam os fabricantes de carros número um e número dois globalmente. A Canon fornece motores de impressoras a laser para a HP, embora também concorra no mercado mais amplo de impressoras a laser. Google e Yahoo continuarão a ser fortes concorrentes, e essa concorrência ajudará a impulsionar a inovação, que favorece os usuários.É importante ressaltar o seguinte a respeito deste acordo:
- Este acordo não é uma fusão. Em vez disso, estamos simplesmente fornecendo acesso à nossa tecnologia de publicidade à Yahoo! através do nosso programa AdSense.
- Este acordo não impede que um concorrente atue no campo. A Yahoo! continuará no negócio de publicidade de busca e conteúdo, que proporciona à empresa um incentivo constante para continuar melhorando e inovando. Mesmo durante este acordo, a Yahoo! pode usar nossa tecnologia tanto quanto desejar.
- Este acordo não impede que Yahoo! faça acordos similares com outros. Este acordo não é exclusivo, o que significa que a Yahoo! pode fazer acordos similares com outras empresas.
- Este acordo não aumenta a participação de Google no tráfego de busca. A Yahoo! continuará a operar seu próprio programa de busca e de publicidade, e o acordo não aumentará a participação da Google no tráfego de busca.
- Este acordo não permite que Google eleve os preços para os anunciantes. A Google não estabelece os preços manualmente para os anúncios; os próprios anunciantes determinam os preços através de um leilão de concorrência constante. Após anos de pesquisa constatamos que leilões são de longe a maneira mais eficiente de estabelecer o preço de publicidade de busca e não temos nenhuma intenção de mudar isso.
Temos estado em contato com reguladores sobre este acordo, e esperamos trabalhar de perto com eles para responder a perguntas que tiverem sobre a transação. Acreditamos que as eficiências deste acordo ajudarão a preservar a concorrência.A Internet é um ambiente saudável e competitivo, onde os criadores de conteúdo, anunciantes e usuários se reúnem para acessar informações, comunicar-se e criar novas oportunidades de negócio. Acreditamos que esta transação estende esses benefícios – é boa para os usuários, anunciantes e editoras e é boa para o setor.
Se você ainda não encontrou um presente para a pessoa que você ama, ou se está procurando por um algo mais para fazê-lo(a) sorrir, por que não enviar um Google Gram virtual? Google Gram é um gadget do iGoogle que você pode personalizar e mandar para seus amigos. Você pode mandar flores, balões, chocolates e outros presentes com a sua própria mensagem. Aliás, você pode escrever 7 mensagens diferentes e toda vez que seus amigos entrarem em suas páginas iniciais do iGoogle, durante uma semana, eles receberão uma nova mensagem! Então... vá em frente e comece a espalhar mensagens de amor através de Google Grams!!! Feliz Dia dos Namorados!!!
Dinho Ouro Preto acompanhado pela banda composta por Flávio Lemos (baixo), Fê Lemos (bateria) e Yves Passarel (guitarra) passou pelo Google em São Paulo para dar um alô para os googlers e lançar o primeiro canal personalizado do rock nacional no YouTube.
O giro pelo escritório agitou a banda e os googlers, que não resistiram ao momento tiete e curtiram bastante. Dinho aceitou o desafio de uma batalha no guitar hero (vale dizer que perdeu por muito pouco para o googler Joca!), jogaram sinuca e fliperama enquanto os fãs que trabalham aqui pediam fotos e autógrafos.
Com um astral ótimo, a banda demonstrou que o canal deve ter bom humor. Eles terão o privilégio de colocar vídeos com mais de 10 minutos. O Dinho até disse que pretende colocar até shows completos no canal! Além disso, todos poderão ver os clipes do Capital em primeira mão, imagens de camarim e bastidores, além de vídeos feitos em momentos de descontração. Aliás, em breve estará no canal deles um vídeo com a visita deles ao nosso escritório.
“Participe do Próximo Videoclipe”
O pessoal também estréia uma promoção diferente. Eles serão a primeira banda brasileira a lançar um concurso interativo no YouTube. Será também a primeira vez que um videoclipe do grupo será todo montado com imagens dos shows gravadas pelos fãs. Para participar do desafio “Participe do Próximo Videoclipe”, os usuários devem postar vídeos de shows da banda em seus próprios canais, respeitando os Termos de Uso do YouTube. Depois, devem enviar pelo canal do Capital no YouTube o link para seu vídeo. A banda escolherá os melhores vídeos e montará um clipe totalmente produzido com imagens do público. Quando ficar pronto, o vídeo será transmitido em primeira-mão pelo YouTube.
O canal da banda está em www.youtube.com.br/capitalinicial
Qualidade de Pesquisa é o nome de uma equipe responsável pela classificação dos resultados de pesquisa do Google. Nosso trabalho é claro: Algumas centenas de milhões de vezes por dia pessoas fazem perguntas ao Google e, dentro de uma fração de segundos, o Google precisa decidir quais dentre os bilhões de páginas da Internet serão exibidas a elas - e em que ordem. Ultimamente, temos feito outras coisas também. Mas voltaremos a esse assunto mais tarde.
Para algo que é usado tão freqüentemente por tantas pessoas, surpreendentemente sabe-se pouco sobre a classificação no Google. Isso é inteiramente nossa culpa e foi planejado assim. Honestamente, somos bastante reservados sobre o que fazemos. Existem duas razões para isso: concorrência e abuso. A concorrência é uma razão bastante óbvia. Nenhuma empresa quer compartilhar suas receitas secretas com seus concorrentes. Quanto ao abuso, se deixarmos nossas fórmulas de classificação acessíveis demais, facilitaremos para que as pessoas burlem o sistema. A segurança através da obscuridade nunca é a medida mais eficaz e nós não contamos exclusivamente com isso, mas ela evita muitos abusos.
Os detalhes dos algoritmos de classificação são de muitas maneiras as jóias da coroa do Google. Temos orgulho delas e as protegemos com todo cuidado. Estima-se que mais de mil programadores e cientistas foram utilizados diretamente em seu desenvolvimento e o ritmo da inovação não diminuiu.
Mas ser totalmente reservado também não é o ideal e essa postagem é parte de um novo esforço de revelar um pouco mais do que revelamos no passado. Tentaremos periodicamente contar novas coisas, explicar coisas velhas, dar orientação, divulgar notícias e participar de conversas. Vamos começar com algumas informações gerais sobre o nosso grupo. Teremos mais postagens no futuro.
Vou usar um momento para me apresentar. Meu nome é Udi Manber e sou VP de engenharia do Google, responsável pela Qualidade de Pesquisa. Estou no Google há mais de dois anos e trabalho com tecnologias de pesquisa há quase 20 anos.
O coração do grupo é a equipe que trabalha na classificação principal. A classificação é difícil, muito mais difícil do que a maioria das pessoas pensa. Uma razão para isso é que os idiomas são inerentemente ambíguos e os documentos não seguem nenhum conjunto específico de regras. Realmente não há normas sobre como juntar informações, portanto, nós precisamos conseguir entender todas as páginas da Internet escritas por qualquer pessoa, por qualquer razão. E isso é apenas metade do problema. Também precisamos entender as consultas que as pessoas fazem, que têm em média menos de três palavras e mapeá-las de acordo com nossa compreensão de todos os documentos. Sem dizer que pessoas diferentes têm necessidades diferentes. E nós temos que fazer tudo isso em apenas alguns milissegundos.
A parte mais famosa do nosso algoritmo de classificação é o PageRank, um algoritmo desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google. O PageRank ainda é usado hoje, mas agora é parte de um sistema muito maior. Outras partes incluem modelos de idioma (a capacidade de lidar com frases, sinônimos, sinais diacríticos, erros de digitação, etc.), modelos de consulta (não é apenas o idioma, a questão é como as pessoas o usam hoje), modelos de tempo (algumas consultas são melhor respondidas com uma página com 30 minutos de idade e algumas são melhor respondidas com uma página que resistiu ao teste do tempo) e modelos personalizados (nem todas as pessoas querem a mesma coisa).
Outra equipe de nosso grupo é responsável por avaliar como estamos indo. Isso é feito de várias maneiras diferentes, mas o objetivo é sempre o mesmo: melhorar a experiência do usuário. Este não é o objetivo principal, é o único. Existem avaliações automatizadas a cada minuto (para garantir que nada dê errado), avaliações periódicas de nossa qualidade geral e, mais importante, avaliações das melhorias de algoritmos específicos. Quando um engenheiro tem uma nova idéia, ele cria um novo algoritmo, nós testamos essa idéia exaustivamente. Temos uma equipe de estatísticos que analisa os dados e determina o valor da nova idéia e nos reunimos com eles semanalmente (algumas vezes duas vezes por semana) para analisar novas idéias e aprovar novos lançamentos. Em 2007, lançamos mais de 450 novas melhorias, cerca de 9 por semana em média. Algumas dessas melhorias são simples e óbvias -- por exemplo, consertamos a maneira com que as consultas de acrônimos em hebraico eram tratadas (em hebraico, os acrônimos são indicados por um (“) ao lado do último caractere, assim IBM seria IB”M) e algumas são bastante complicadas -- por exemplo, fizemos alterações significativas ao algoritmo PageRank em janeiro. Na maior parte do tempo buscamos melhorias em relevância, mas também trabalhamos em projetos em que o único objetivo é simplificar os algoritmos. O simples é bom.
A pesquisa internacional tem sido uma das principais áreas de concentração nos últimos dois anos. Isso significa todos os idiomas falados e não apenas os principais. No ano passado, por exemplo, fizemos grandes melhorias em azerbaijani, idioma falado por cerca de 8 milhões de pessoas. Nos últimos meses, lançamos corretores ortográficos em estoniano, catação, sérvio, sérvio-croata, ucraniano, bosniano, latviano, filipino, esloveno e farsi. Organizamos uma rede de pessoas em todo o mundo que nos dão feedback e temos um grande número de voluntários de todas as partes do Google que falam diferentes idiomas e nos ajudam a melhorar a pesquisa.
Outra equipe se dedica a novos recursos e novas interfaces com o usuário. Ter um bom motor é algo necessário para se ter um bom carro, mas não é o suficiente. O carro precisa ser confortável e fácil de dirigir. A interface de pesquisa com o usuário do Google é bastante simples. Muito poucos usuários leem nossas páginas de ajuda e eles se viram muito bem sem elas (mas é bom lê-las mesmo assim e nós estamos trabalhando para melhorá-las ainda mais). Quando adicionamos novos recursos, tentamos garantir que sejam intuitivos e fáceis de usar para todos. Uma das mudanças mais visíveis que fizemos nos últimos anos foi a Pesquisa Universal. Outras incluem o Google Notebook, Mecanismos de Pesquisa Personalizados e obviamente várias melhorias do iGoogle. A equipe de interface com o usuário tem o auxílio de uma equipe de especialistas em usabilidade que conduz estudos com o usuário e avalia novos recursos. Eles viajam por todo o mundo e chegam a ir até as casas das pessoas para ver os usuários em seus habitats naturais. (Não se preocupe, eles não chegam sem se anunciar ou sem serem convidados!)
Há uma equipe inteira que se concentra no combate ao spam e outros tipos de abuso. Essa equipe trabalha em vários assuntos desde texto oculto até páginas fora do assunto principal entulhadas com palavras-chave inúteis e muitos outros esquemas que as pessoas usam para tentar obter uma classificação mais alta em nossos resultados de pesquisa. A equipe identifica novas tendências de spam e trabalha para reagir a essas tendências de maneiras escalonáveis e, como todas as outras equipes, fazem isso internacionalmente. O grupo de spam trabalha lado a lado com a equipe Central de Webmasters do Google para que possam compartilhar idéias com todos e para que também possam ouvir os donos dos sites.
Existem outras equipes devotadas a projetos particulares. Em geral, nossa estrutura organizacional é bastante informal. As pessoas se deslocam e novos projetos começam a todo momento.
Uma dos principais fatores sobre a pesquisa é que as expectativas dos usuários crescem rapidamente. As consultas de amanhã serão bem mais difíceis do que as consultas de hoje. Exatamente como a lei de Moore determina que a velocidade de computação dobra a cada 18 meses, existe uma lei não escrita e oculta que torna a complexidade de nossa consulta duas vezes mais difícil num curto período de tempo. É impossível medir isso com precisão, mas todos nós percebemos. Sabemos que não podemos descansar por ter alcançado algum sucesso e que temos que trabalhar duro para enfrentar os desafios. Como mencionei anteriormente, continuaremos a fornecer atualizações sobre a qualidade de pesquisa nos próximos meses, portanto, fique ligado.
Hoje anunciamos o lançamento de uma nova versão do Gmail que estará ativa quando você usar seu navegador IE7 ou Firefox 2. Quando dizemos “nova versão”, queremos dizer que o Gmail tem uma base de códigos totalmente nova que permite que nossa equipe adicione novos recursos mais rapidamente e compartilhe os componentes com outros aplicativos Google (por exemplo, agora nós usamos o mesmo editor de “rich text” do Google Groups).Abaixo estão alguns dos recursos que novas alterações trazem para que todos usem o Gmail de maneira muito mais divertida:
E lembre-se, o Gmail não precisa mais de convite -- portanto, agora é uma boa hora para ir ao gmail.com e se inscrever!
Aqui no Google, usamos Google docs para fazer praticamente tudo, desde listas de pessoas até publicações em blogs como esta. Apesar de estarmos acostumados a usá-lo, sabemos que o Google Docs não é um produto tão fácil de se entender. Muitas pessoas se tornaram tão acostumadas a criar documentos no computador que não entendem porque é muito mais fácil criá-los na Internet usando o Google Docs.
Dê uma olhada nesse vídeo que mostra como o Google Docs pode organizar seu computador e sua caixa de entrada de e-mail e simplificar bastante o compartilhamento de documentos, planilhas e apresentações com colegas de trabalho ou amigos.