O Blog do Google Brasil
Novidades sobre os produtos e a tecnologia do Google no Brasil e no mundo
O que o Fundo de Auxílio Emergencial ao Jornalismo significou para publicações ao redor do mundo
23 julho, 2020
Fundado em 1904 no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, o
Lawton Constitution
é um dos mais de
5.600 destinatários
do
Fundo de Auxílio Emergencial ao Jornalismo
, organizado pela Google News Initiative. Comprometido em servir a comunidade com notícias locais, o editor David Stringer sabe como é difícil cumprir sua missão, mesmo com as melhores intenções. “Não importa quão baixo seja o custo, sabemos que alguns moradores querem ler o jornal, mas simplesmente não podem pagar”, diz ele. Por isso, o Lawton Constitution usou os recursos do fundo para subsidiar metade do custo de uma assinatura para aqueles que precisam se manter informados, dando à comunidade acesso a informações importantes e construindo relacionamentos para o futuro.
Na Coreia do Sul, Kim Hong-tak, do jornal Jeonnam Ilbo, está usando os recursos do fundo para destacar a resiliência dos negócios locais afetados pela COVID-19. A publicação criou uma coluna focada em pequenas e médias empresas locais para chamar atenção para seus pontos fortes e valores e, assim, servir de ponte para conectá-las às agências governamentais que possa lhes garantir o apoio adequado.
No Reino Unido, a DC Thomson usou o fundo para sustentar novas equipes de conteúdo ajudando a gerar 10 mil assinantes durante o isolamento social. Na Argentina, o jornal
El Diario publicou um editorial
descrevendo como o fundo lhes permitirá “continuar ... para manter vivas as vozes da cidade e da região”. E, no Canadá, a
Narcity Media
usará os recursos para aumentar sua equipe contratando dois novos repórteres.
Essas são
algumas das histórias
que recebemos desde o lançamento do Fundo Emergencial de Auxílio ao Jornalismo em abril. Quando a COVID-19 estava virando o mundo de cabeça para baixo, não sabíamos o que esperar. A intenção era simples: ajudar pequenas e médias publicações e sites de notícia em todo o mundo que enfrentam dificuldades financeiras como resultado da crise econômica e da redução de gastos com publicidade.
Nos últimos meses, direcionamos US$ 39,5 milhões em recursos para mais de 5600 pequenas e médias redações jornalísticas em 115 países. O dinheiro está sendo aplicado de modo diverso e criativo, seja garantindo o básico para sustentar a produção de reportagens e permitir que os repórteres possam cobrir a crise, seja impulsionando o envolvimento do público leitor e gerando assinaturas.
Duas semanas após anunciar o fundo, recebemos mais de 12.000 solicitações de veículos locais. A resposta maciça nos deu a oportunidade de entender o que “local” significa em diferentes partes do mundo, bem como a variação sobre questões como tamanho da redação ou estrutura de propriedade, dependendo da região e do público atendido. Por exemplo, o número de jornalistas e demais profissionais presentes em um veículo, em média, various de 20 no sul e sudeste asiático, para oito na América do Norte.
Aprendemos com os veículos que a
publicidade
continua sendo a única fonte de receita para a maioria dos que receberam recursos do fundo, com 50% afirmando serem totalmente dependentes de anúncios. Fizemos uma pesquisa que mostrou que menos de 30% dos publishers operam alguma forma de paywall, enquanto menos de 18% dependem de contribuições ou associações locais para apoiarem seu trabalho jornalístico. Essa situação está mudando, no entanto, com 60% dos veículos contemplados dizendo terem planos de diversificar seus fluxos de receita desenvolvendo assinatura, membership ou modelos de contribuição.
Além disso, cerca de 20% dos responsáveis pelas publicações e sites de notícia disseram estarem priorizando uma necessidade de mudança cultural que inclua um foco na diversidade, equidade e inclusão, bem como no gerenciamento organizacional e de negócios.
A pandemia gerou impacto a todos e as organizações de notícias menores têm estado na linha de frente, ajudando suas comunidades a navegar em meio à pandemia de COVID-19. Na Google News Initiative, buscamos fazer nossa parte por meio da criação do fundo e de
outras iniciativas
, pois todos trabalhamos em direção a um objetivo comum, o de tornar o setor de notícias sustentável, inovador e diversificado no mundo todo.
Postado por Ludovic Blecher, head de inovação na Google News Initiative
Google Maps traz agora informações de compartilhamento e localização de bicicletas em São Paulo e no Rio de Janeiro
21 julho, 2020
Quem se desloca pelas cidades tem pensado constantemente em formas seguras de circular durante a pandemia de coronavirus – e muita gente está optando pela bicicleta. Com a chegada do verão no hemisfério norte, milhares de pessoas usam as magrelas para evitar aglomeração no transporte público, praticar atividade física ou simplesmente ter momentos gostosos ao ar livre. Embora a popularidade das bicicletas já viesse aumentando nos últimos cinco anos, percebemos que os pedidos de instruções sobre como chegar a lugares usando bikes aumentaram 69% no Google Maps e atingiram um recorde histórico em junho de 2020. Com isso, muita gente está tirando a poeira daquela bicicleta antiga guardada na garagem e botando essa companheira para rodar novamente.
As instruções de percursos com bicicletas foram
lançadas há dez anos
pelo Google Maps. Hoje, já estão disponíveis em quase 30 países e são usadas por milhões de pessoas todos os dias. À medida que os hábitos de pedalar mudam, especialmente à medida que as coisas evoluem com o COVID-19, atualizamos constantemente essas informações para ajudá-lo a descobrir a rota de bicicleta mais confiável.
Para fornecer a rota de bicicleta mais atualizada, o Maps usa uma combinação de aprendizado de máquina, algoritmos complexos e nossa compreensão sobre o mundo real (alimentada por imagens, dados coletados junto a autoridades e contribuições dos usuários). Com todas essas ferramentas nas mãos, conseguimos ajudar os ciclistas a saber qual a melhor rota para chegar lá pedalando. Nessa análise, consideramos vários tipos de ciclovia e quais ruas próximas talvez não sejam adequadas para as bikes (por terem túneis, escadarias ou buracos na pista). Somando tudo isso, o Google Maps mostra o caminho mais indicado e suave para quem se locomove sobre duas rodas. Usuários que pesquisam instruções para ciclistas também podem ver se o percurso é plano ou íngreme – e assim se preparar para um passeio tranquilo ou uma pedalada mais suada.
No entanto, a melhor rota sempre pode mudar e estamos trabalhando duro para refletir novas informações. Por exemplo, devido à COVID-19, muitas cidades estão adicionando e ampliando ciclovias para incentivar o ciclismo e acomodar mais ciclistas. Já estamos trabalhando para integrar centenas de milhares de novas ciclovias nos próximos meses. Os departamentos municipais de trânsito podem usar a ferramenta
Geo Data Upload
para oferecer esses dados importantes e garantir que mesmo ciclovias recém-inauguradas apareçam no Google Maps.
Estações de bicicletas compartilhadas: mais informação e praticidade em dez cidades
Em 2019 o Google Maps
lançou
o serviço de informações em tempo real sobre estações de bicicletas compartilhadas. A ideia era ajudar usuários de algumas cidades onde esse recurso está disponível a encontrar estações e saber quantas bicicletas estão livres naquele momento. Diante dos impactos causados pelo coronavírus, muitas empresas que oferecem bicicletas compartilhadas vêm observando um aumento acentuado no uso desse meio de transporte. Agora, mais do que nunca, é fundamental saber quantas unidades estão estacionadas no ponto de partida que você escolheu – e também se existem espaços vagos para devolver as bikes chegando ao destino.
A partir de hoje, quando você pesquisar as rotas de bicicleta, verá as instruções de ponta a ponta, que incluem informações sobre compartilhamento de bicicletas. As etapas incluirão instruções detalhadas de caminhada até as estações de compartilhamento de bicicletas próximas ao seu ponto de partida, além da disponibilidade de bicicletas em tempo real, instruções de bicicleta passo a passo até a estação de compartilhamento de bicicletas mais próxima do seu destino com disponibilidade de estação em tempo real e, finalmente, instruções de caminhada até o seu destino final. E, em algumas cidades, o Maps mostra links para abrir o aplicativo de compartilhamento de bicicletas relevante para reservar e desbloquear a bicicleta.
Informações de compartilhamento e localização de bicicletas chegam a 10 cidades
Nas próximas semanas, o Google Maps oferece informações sobre estações de bicicletas compartilhadas nessas dez cidades – graças a uma parceria com a
Ito World
e empresas de compartilhamento de todo o mundo. Continuamos trabalhando com novos parceiros para que o recurso chegue a ainda mais cidades nos próximos meses.
Chicago, EUA (Divvy/Lyft)
Cidade do México, México (Ecobici)
Londres, Inglaterra (Santander Cycle/TfL)
Montreal, Canadá (Bixi/Lyft)
Nova York, EUA (Citibike/Lyft)
Rio de Janeiro, Brasil (Bike Itau/Tembici)
São Francisco, EUA (Baywheels/Lyft)
São Paulo, Brasil (Bike Itau/Tembici)
Taipei e New Taipei City, Taiwan (Youbike)
Washington DC, EUA (Capital Bikeshare/Lyft)
Como em qualquer modo de transporte no momento, a limpeza e a segurança são importantes. Todos os nossos parceiros de compartilhamento de bicicletas tomaram medidas para aumentar seus protocolos de limpeza durante a COVID-19. Consulte o seu parceiro local para saber mais sobre as últimas medidas de segurança. E, como sempre, incentivamos você a seguir as diretrizes locais de saúde e segurança, não importa como você se desloque.
Publicado por Vishal Dutta, gerente de produto para o Google Maps
15 anos de Brasil: uma história de talento, conquistas e compromisso
20 julho, 2020
Quando fez sua oferta de ações públicas, em 2004, o Google ainda não tinha presença física no Brasil, mas já estávamos presentes na vida das pessoas. Era o auge da rede social
Orkut
e os brasileiros representavam cerca de dois terços dos usuários. Na época, a popularidade do Gmail fez com que nosso serviço gratuito de e-mails logo ganhasse uma versão em português. Enquanto isso, a Busca se tornava cada vez mais relevante no cotidiano.
Em 20 de julho de 2005, há exatos 15 anos, essa história ganhou um capítulo local que aumentou nosso compromisso com os brasileiros e também levou a nossa brasileirisse para dentro do Google.
Valorizando o talento nacional
Nesse dia, o Google oficializou a compra da
Akwan Information Technologies
, uma empresa brasileira que fornecia serviços de busca e que, assim como o Google, foi criada por acadêmicos, mais precisamente, por professores e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. Além de fazer pesquisa de ponta, o objetivo da Akwan era desenvolver um buscador 100% nacional, o Todobr.
Os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, em visita ao então escritório do Google em Belo Horizonte, em 2006
Pouca gente sabe, mas o processo de compra começou no ano anterior, quando o Google estava em busca de novos negócios para adquirir e um brasileiro que já trabalhava na empresa,
Luiz André Barroso
, hoje vice-presidente de engenharia, sugeriu uma visita a Belo Horizonte para conhecer a Akwan e sua equipe de 12 engenheiros especializados em tecnologia de busca.
Em pouco tempo, o trabalho do time de especialistas brasileiros ganhou reconhecimento da nossa sede em Mountain View e, em novembro de 2006, foi inaugurado em Belo Horizonte o primeiro Centro de Pesquisas e Desenvolvimento do Google Inc. na América Latina.
Hoje, o “escritório de BH” reúne 181 profissionais -- 174 são engenheiros, incluindo profissionais vindo de países como Peru, Argentina, Colômbia, Venezuela e Índia. Além de ser uma referência em desenvolvimento de algoritmos para a Busca, esse time é responsável por outros projetos importantes, como o
Family Link
, aplicativo que ajuda famílias a criarem hábitos digitais saudáveis em seu dia a dia, e tecnologias de combate a ataques de phishing e spam.
Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, os engenheiros de Belo Horizonte foram fundamentais para o desenvolvimento do
painel informativo da Busca sobre a COVID-19,
que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde e também do Ministério da Saúde, no caso do Brasil.
Como já falamos
, o painel sobre COVID-19 faz parte de diversas iniciativas focadas em apoiar o país a atravessar este período difícil.
Excelência em negócios
Alguns meses depois da aquisição da Akwan, o Google abriu seu escritório de negócios em São Paulo, um dos primeiros da América Latina. Na época,
Sergey Brin
, co-fundador do Google junto com
Larry Page
, contou ao jornal
Folha de S.Paulo
que o Brasil não podia ser ignorado e que o país era um dos maiores mercados mundiais em termos de tráfego no buscador.
Assim como os engenheiros de Belo Horizonte, nosso time de vendas rapidamente se provou capaz de entregar resultados, inovação, criatividade e ajudar clientes na adoção de novas tecnologias. Logo depois da chegada do Orkut, em 2005, o Google também passou a exibir anúncios dentro da rede social, impulsionando a conexão entre marcas e consumidores. Anos depois, a rede social ganharia um
formato de anúncio gráfico na home
e, por conta do grande número de usuários brasileiros, passaria a ser gerida pelo Google Brasil em 2008.
Inauguração das novas instalações do Centro de Engenharia de Belo Horizonte, em 2016
Nos anos seguintes, fomos aumentando nossa relevância. Abrimos espaços importantes como o
Campus de São Paulo
do
Google for Startups
e o Google Partner Plex São Paulo, ambiente para discutir estratégias, desafios e oportunidades de negócios com clientes e parceiros. Hoje, o time é formado por gerentes de contas, analistas, engenheiros de inovação comercial, gerentes de parcerias e muitos outros profissionais que transformaram o escritório de São Paulo em uma referência global quando o assunto é usar as nossas ferramentas para gerar novos negócios, ajudando empresas de todos os tamanhos e tipos a explorar o potencial do digital.
Foco nos brasileiros
Nossa trajetória também é marcada por um esforço por priorizar o usuário brasileiro. Em 2007,
lançamos a versão local do Google Maps
e o Centro de Engenharia de BH foi o responsável pela adaptação do serviço. No mesmo ano, também lançamos a
versão em português do YouTube
. Dois anos depois,
chegaram ao Brasil os primeiros telefones Android, nosso sistema operacional móvel
. Em 2010,
o Google Street View foi lançado por aqui
. A partir daquele dia, quem acessava o Google Maps podia passear virtualmente por 51 cidades brasileiras. O país foi o primeiro da América Latina a ser contemplado pelo serviço. Em 2014,
recebemos o primeiro hardware do Google, o Chromecast
, a tempo de assistir à Copa do Mundo daquele ano. Na mesma época, lançamos o
Street View dos 12 estádios que sediaram os jogos
.
Também incorporamos os grandes momentos da cultura brasileira, seja em nossos Doodles em homenagem ao país, seus festejos e personalidades da música e da literatura, bem como na preservação da memória nacional, a exemplo da visita virtual ao
Museu Nacional
, no Rio de Janeiro, com imagens captadas antes do incêndio em 2018, e da maior coleção já reunida sobre o pintor
Cândido Portinari
– ambas disponíveis no Google Arts & Culture.
Hoje, o Brasil figura entre os top cinco na nossa lista de nove produtos do Google com mais de um bilhão de usuários: Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Fotos, Drive e Gmail. Ao todo, já somos mais de 1.100 funcionários trabalhando nas diferentes instalações do Google no país, que incluem também o o YouTube Space, no Rio de Janeiro.
Doodle em homenagem à Copa do Mundo 2014, realizada no Brasil
Compromisso com o Brasil
Com o objetivo de entender como essa jornada de 15 anos impactou a vida dos brasileiros, pedimos à empresa de pesquisa Kantar que entrevistasse 1.100 pessoas on-line por todo o país para avaliar o antes e depois da rotina dos brasileiros em relação a mais de vinte de nossos produtos. De acordo com a pesquisa inédita, 81% dos entrevistados acreditam que o Google contribuiu positivamente para a sociedade e que nossos produtos ajudaram a melhorar a vida dos brasileiros em diferentes áreas, em especial no estudo e trabalho.
Além disso, também acabamos de lançar a versão mais recente do nosso
Relatório de Impacto Econômico
, mostrando que em 2019 as nossas ferramentas de Busca e publicidade – além do YouTube e do Google Play, incluídos pela primeira vez no estudo – ajudaram a movimentar R$ 51 bilhões em atividade econômica no Brasil. No total, mais de 188 mil empresas, publishers, ONGs, criadores e desenvolvedores no país se beneficiaram de nossas fer
ramentas.
Desde que o Google for Startups chegou ao Brasil, nosso objetivo era oferecer suporte ao desenvolvimento de startups locais, com programas focados em negócios, liderança e desenvolvimento de tecnologia. E, nesses quatro anos, ajudamos mais de 240 startups. Agora, em mais um passo desse trabalho de apoio ao ecossistema de inovação brasileiro, anunciamos um fundo para startups lideradas por empreendedores negros no país, que começa em 5 milhões de reais. Esta é a primeira vez que o Google investe financeiramente em startups no Brasil e a expectativa é que sejam realizados cerca de 30 investimentos nos próximos 18 meses, sem qualquer contra-partida.
Seguimos firmes em nosso compromisso com o Brasil, trabalhan
do com o objetivo de ajudar os brasileiros em seu cotidiano por meio da tecnologia, democratizando o acesso à informação e ao entretenimento, apoiando pequenas e grandes empresas, levando educação e treinamento para todas as regiões do país e auxiliando cada um em suas tarefas diárias.
Que venham os próximos 15 anos! #15Anos
GoogleBrasil
Postado por
Berthier Ribeiro-Neto, Diretor de Engenharia do Google na América Latina, e Fabio Coelho, Presidente do Google Brasil
Fabricius: nova ferramenta de aprendizado de máquina do Google desvenda mistérios dos antigos hieróglifos egípcios
15 julho, 2020
O dia de hoje marca o aniversário da descoberta da
Pedra de Roseta
– que permitiu, pela primeira vez, esclarecer os mistérios dos hieróglifos egípcios. Esse sistema de escrita foi usado há mais de 4000 anos para registrar as histórias do Egito antigo, mas apenas um grupo seleto de pessoas sabia escrever e ler os símbolos.
Pedra de Roseta
Agora, graças à nova ferramenta
Fabricius
do Google Arts & Culture, qualquer pessoa pode descobrir essa língua fascinante por meio de três caminhos: primeiro, é possível “Conhecer” os antigos hieróglifos egípcios com uma breve apresentação informativa em seis passos simples. Depois, o Fabricius convida o usuário a “Brincar” de traduzir as próprias palavras e recados para essa linguagem, e compartilhar as mensagens com amigos e parentes.
Finalmente, o Fabricius abre novas portas para a pesquisa acadêmica – além de ser uma via de entrada para principiantes no assunto. Até o momento, os estudiosos precisavam vasculhar livros e mais livros, manualmente, para traduzir e decifrar a antiga língua, num processo que quase não evoluiu ao longo de um século de trabalho. Com a Fabricius, surge a primeira ferramenta digital de estudo, lançada em esquema
open source
para apoiar avanços nas descobertas de outras línguas da Antiguidade. Com ela, os hieróglifos egípcios são decodificados com a ajuda de aprendizado de máquina. A tecnologia de
Auto ML do Google Cloud
, chamada AutoML Vision, foi usada para criar um modelo de aprendizado capaz de compreender o que é um hieróglifo. No passado, era necessário contar com uma equipe de cientistas de dados, muito trabalho de código – e muito tempo de dedicação. Agora, o AutoML Vision permite que os desenvolvedores ensinem a máquina, de forma simples, a reconhecer qualquer tipo de objeto.
O Fabricius está disponível em inglês e árabe, e foi batizado em homenagem ao alemão Georg Fabricius, pai da epigrafia – nome que se dá ao estudo de inscrições (ou epígrafes) antigas. A ferramenta foi criada em parceria com o Centro Australiano de Egiptologia da
Macquarie University
, a Psycle Interactive e egiptologistas do mundo inteiro.
Essa novidade do Google Arts & Culture também permite conhecer mais sobre as
maravilhas do Egito antigo
– entre elas o infame
rei Tutancâmon
, as
Pirâmides de Gizé
e o
Livro dos Mortos
. Para professores que usam o
Google Sala de Aula
, criamos recursos sobre o antigo Egito para serem usados no trabalho com os alunos.
Toda essas histórias sobre os egípcios já estão disponíveis no aplicativo do Google Arts & Culture ou no site
Google Arts & Culture
.
Publicado por Chance Toughenour, gerente de programa para o Google Arts & Culture
Estamos contratando: Programa de Recrutamento de Pessoas com Deficiência
15 julho, 2020
No Google, temos como um de nossos principais objetivos aumentar a diversidade da nossa força de trabalho. Por isso, hoje nós anunciamos uma nova forma de encontrar e contratar pessoas que possuem algum tipo de deficiência para nossas vagas no Brasil. A partir de agora, pessoas com deficiência poderão demonstrar seu interesse em se tornar um Googler realizando sua inscrição no nosso programa de contratação disponível em
nossa página de vagas
.
Embora todas as nossas oportunidades profissionais sejam abertas a todas as pessoas, o objetivo da criação de um canal adicional e dedicado é que os interessados possam informar suas habilidades e conhecimentos de uma única vez, por meio do seu currículo, facilitando o processo de inscrição. Depois desse passo, a nossa equipe de recrutamento e seleção vai analisar todas as candidaturas de forma contínua, de forma a buscar a melhor oportunidade para cada candidato, de acordo com a experiência profissional e competências de cada um. Em função do caráter global de nossa operação, buscamos profissionais com fluência em inglês.
Queremos expandir as maneiras de encontrar nossos próximos Googlers e essa iniciativa foi projetada de forma especial para buscar pessoas talentosas e incorporá-las aos nossos times.
Boa sorte!
Publicado por Daniel Borges, Head de Recrutamento para a América Latina
Abertas as inscrições para o nosso programa de pesquisa para América Latina, com foco especial em COVID-19
02 julho, 2020
Em um contexto como o atual, em que saúde e tecnologia caminham juntas para oferecer mais ferramentas e soluções para a humanidade, projetos de pesquisa acadêmica são cada vez mais relevantes. Por isso, é com orgulho que anunciamos a abertura das inscrições para a oitava edição do Latin American Research Awards (LARA).
Desde o surgimento do LARA em 2013, em parceria com as universidades locais, o nosso objetivo é fortalecer a conexão da pesquisa com a economia e a sociedade em geral e aumentar a circulação do conhecimento.
Nesta edição, a grande novidade é uma categoria exclusiva para projetos relacionados à COVID-19. Em um momento em que o Brasil e o mundo enfrentam tantos desafios, profissionais de diversas áreas têm se dedicado a estudos e análises diárias para tentar encontrar as melhores soluções para entender esse novo vírus e criar formas de combate à doença.
Visto o potencial da América Latina como um grande polo de inovação, o Google quer incentivar a pesquisa em diversas áreas e buscar projetos que sejam também relevantes localmente. Com o novo campo de pesquisa, sobre a COVID-19, queremos incentivar pesquisadores do Brasil e de toda a América Latina a otimizar seus estudos e chegar mais a fundo em um assunto que afeta a população diretamente.
Este ano, o LARA distribuirá US$ 500,000 para projetos de estudantes de mestrado ou doutorado e também a seus orientadores acadêmicos. As bolsas mensais variam de US$ 1.200 para estudantes de doutorado e US$ 750,00 para seus orientadores e US$ 750,00 para alunos de mestrado e US$ 675,00 para professores. As inscrições estarão abertas de 02 a 30 de julho de 2020 e as instruções podem ser encontradas
aqui
.
Conheça os campos de pesquisa contemplados:
Saúde/COVID-19
Geo/Maps;
Interação entre humanos e computadores;
Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica);
Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
Machine learning (aprendizado de máquinas ) e data mining (mineração de dados );
Dispositivos móveis;
Processamento natural de línguas;
Interfaces físicas e experiências imersivas;
Privacidade;
Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.
Os projetos serão selecionados por um comitê formado por engenheiros do nosso Centro de Engenharia em Belo Horizonte. Estamos muito ansiosos para receber as propostas e acompanhar de perto o impacto do programa no desenvolvimento de pesquisas científicas em toda a América Latina.
Postado por Berthier Ribeiro-Neto, diretor de engenharia para a América Latina
Como trabalhamos com nossos parceiros de notícias
30 junho, 2020
O Google sabe que o jornalismo de qualidade é importante: graças a ele, o mundo fica mais bem informado. A força do chamado “quarto poder” é indispensável para a sociedade e a democracia. A verdade, porém, é que o modelo de negócios que deu certo na imprensa durante 40 anos vem enfrentando desafios gigantescos nos dias de hoje. A internet mudou
nosso jeito de acessar e consumir notícias
, e trouxe novas fontes onde as pessoas podem encontrar desde classificados de empregos até críticas de cinema. Em face desse grande mercado de informações e serviços, a imprensa profissional estão tendo que se reinventar.
A missão do Google é tornar as informações acessíveis para qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Por isso estamos investindo para apoiar não apenas a sobrevivência, mas o sucesso do bom jornalismo. Ao lado de outras empresas, governos e organizações da sociedade civil, estamos fazendo nossa parte para ajudar a criar um futuro melhor para o setor de notícias. Diante de alegações recentes e imprecisas sobre o trabalho do Google com a imprensa e sobre como compartilhamos e trocamos valor com veículos de notícias, decidimos que era importante esclarecer alguns pontos.
Para o Google, notícias confiáveis não têm um valor econômico, e sim um valor social.
O jornalismo de qualidade é fundamental para que as pessoas tenham acesso a informações confiáveis. Para nós, as notícias não têm um valor econômico, e sim o valor de informar e educar pessoas. Quase toda a nossa receita vem não de buscas sobre notícias, mas sim de buscas com intenções comerciais – como um usuário que escreve, por exemplo, “torradeira”, e clica num anúncio que oferece esse produto. O Google só recebe por anúncios na Busca quando alguém clica na propaganda.
Veículos e editoras são remunerados de forma justa e diversa.
Uma das principais maneiras de gerar valor para o setor de notícias é encaminhar os usuários para os sites dos veículos, em vez de manter as pessoas “presas” nos produtos do Google, como afirmam alguns equivocadamente. O Google manda usuários para sites de notícias 24 bilhões de vezes por mês. Com isso, veículos e editoras aumentam seu público e mostram anúncios e ofertas de assinatura a todas essas pessoas. Segundo cálculos feitos pela consultoria Deloitte, cada clique tem valor equivalente a entre 4 e 7 centavos de dólar para os veículos.
Também investimos em tecnologias de anúncios que são usadas por milhares de editores e veículos em todo o mundo, para aumentar sua renda com publicidade digital. Analisamos dados sobre a receita dos 100 veículos de todo o mundo que têm maior retorno de mídia programática gerado pelo Google Ad Manager. Em média, descobrimos que
as publicações ficam com mais de 95% da receita de publicidade digital trazida pelo Ad Manager
para exibir propaganda no site de seus veículos.
Recentemente anunciamos
um novo programa de licenciamento
, criado para ajudar ainda mais as editoras, que vai pagar pelo conteúdo de um produto de notícias a ser lançado até o final deste ano. Esse projeto inclui pagar aos veículos para que o público tenha acesso a conteúdo protegido por paywall. Já assinamos parcerias com veículos da Alemanha, da Austrália e do Brasil – e estamos conversando com outras publicações para ampliar essa rede nas próximas semanas e meses.
Os veículos têm o controle.
As editoras de notícias têm diferentes maneiras de ampliar o público que consome seu conteúdo, e a Busca é apenas uma delas. Os veículos sempre puderam controlar se e como desejam aparecer no Google. Oferecemos
configurações detalhadas
, que permitem aproveitar ao máximo o valor obtido por meio da Busca e atingir objetivos de negócios. Um exemplo: a editora pode querer exibir um pequeno trecho da notícia no resultado da Busca, mas talvez não queira que esse trecho apareça em destaque no alto na página. E é possível
informar ao Google que esse veículo deseja manter o trecho bem curtinho
. Além disso, um veículo que queira mostrar apenas trechos de texto, mas não imagens (porque isso não ajudaria a atrair público, por exemplo), pode
dizer ao Google para não usar imagens
.
O Google respeita direitos autorais.
A Busca do Google evoluiu
desde que surgiu pela primeira vez
, mas uma coisa não mudou: a troca justa entre o Google e a web. O Google rastreia, indexa e faz a ligação com os sites nos resultados da Busca. Cada resultado inclui uma breve prévia do que esperar daquele site específico. Os sites obtêm tráfego gratuito vindo de usuários interessados no que a publicação oferece, e cada acesso representa uma oportunidade de criar uma relação de longo prazo com um novo leitor – e também de gerar receita, por meio de anúncios ou assinaturas.
Várias
decisões
judiciais proferidas ao longo de mais de uma década
reconheceram
que a
busca é um uso justo
, que respeita as
leis americanas de direitos autorais
(bem como legislações semelhantes de outros países). Essas decisões incluem resultados de busca com miniaturas de imagens, trechos de textos e até mesmo cópias digitalizadas de livros. O conceito de “uso justo” é fundamental para a criatividade e a inventividade nos Estados Unidos; graças a ele, as leis de direitos autorais são capazes de acompanhar as “
rápidas mudanças tecnológicas
” – e, de acordo com as decisões da Justiça, o uso justo respeita o objetivo fundamental desses direitos, que é “
promover o avanço da ciência e das artes
”.
Nossa tecnologia é criada para melhorar os produtos para usuários e para a internet como um todo.
Há cinco anos, o
tempo médio de espera para carregar uma página num navegador de aparelho móvel era de 19 segundos
. A maioria dos usuários acabava desistindo, e ia navegar em outro lugar. Isso prejudicava as editoras, que perdiam oportunidades de criar ligações com leitores e
gerar receita
ao exibir anúncios. Diante desse problema, os veículos nos procuraram para ajudá-los a encontrar uma solução. Em vez de criar um formato que funcionasse apenas para o Google, unimos esforços com editoras e outras empresas de tecnologia para melhorar a experiência mobile para todos. Assim nasceu o
projeto AMP
– sigla em inglês para Páginas Móveis Aceleradas.
O AMP foi uma iniciativa colaborativa desde o início, e seguiu assim à medida que o projeto avançou – enfrentando tanto as oportunidades quanto os desafios, e buscando resolver as questões que surgiam pelo caminho.
Depois de receber informações de veículos que desejavam participar do recurso “Carrossel de Manchetes” na Busca do Google sem usar o AMP, anunciamos recentemente os
sinais de desempenho de página
. Com eles, qualquer conteúdo da internet que cumpra os requisitos poderá participar desse recurso – mantendo, ao mesmo tempo, a alta qualidade da experiência para o usuário.
Os
visualizadores AMP
e o AMP Cache foram projetadas para acelerar a entrega de conteúdo para o usuário – e não para coletar dados. A página cache do artigo do veículo de comunicação continua pertencendo integralmente ao veículo. E a capacidade da editora de coletar dados não é limitada. Todos os dados sobre uso vão para o veículo, e o AMP não reduz a receita da editora.
Embora o AMP tenha sempre sido um projeto open source, em 2018 ele adotou um
novo modelo de governança
. Recentemente, os líderes do projeto fizeram a transição para a
OpenJS Foundation
. Para mais informações sobre as origens e a história do projeto AMP, leia
este texto
.
Esperamos que as informações fornecidas acima contribuam para um debate construtivo sobre a evolução do setor de notícias, de modo que veículos e editoras possam enfrentar os desafios e atender às necessidades dos usuários num mundo cada vez mais digital. O Google quer participar do debate e ajudar a construir as soluções.
Postado por Richard Gingras, vice-presidente de Google News
Google.org: apoiando iniciativas contra a COVID-19 e seus efeitos
30 junho, 2020
A pandemia desencadeada pelo coronavírus impôs uma série de desafios ao mundo todo. No Brasil, onde o número de casos já passou da marca de um milhão, o impacto se estende a diferentes áreas, impondo desafios à população na busca por emprego, educação, segurança, acesso a equipamentos de saúde e à informação de qualidade.
Para
ajudar o país
a enfrentar o momento de crise atual e se preparar para um possível cenário de recuperação, o Google.org -- braço filantrópico do Google -- já destinou aproximadamente R$ 12 milhões a organizações brasileiras focadas em combater os efeitos da COVID-19 nos setores mais impactados da sociedade.
Fortalecendo a economia
A crise afeta a todos, mas seus danos são ainda mais sensíveis para a população pobre, contribuindo para aumentar ainda mais as disparidades presentes no Brasil. Acreditamos que projetos que usem tecnologia podem ser grandes aliados na missão de ajudar aqueles que estão sendo mais prejudicados pela pandemia, ao mesmo tempo em que dão condições para a retomada gradual das atividades em um futuro próximo.
É o caso do
Potência Feminina
, um programa nacional de apoio a negócios liderados por mulheres, as mais afetadas pela crise,
segundo a ONU
. O projeto tem foco na capacitação em temas de empreendedorismo, empregabilidade e tecnologia; e conta, ainda, com etapas de aceleração de negócios e capital semente. Desenvolvido pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), com apoio do Google.org, o Potência Feminina espera beneficiar diretamente mais de 50 mil pequenas e médias empresas sob comando feminino nos próximos dois anos.
Nesta primeira fase, o IRME treinará tutoras locais e fornecerá computadores e acesso à internet a organizações da sociedade civil, localizadas em comunidades menos favorecidas de dez cidades do país. As entidades interessadas podem se inscrever
neste link
.
Com o objetivo de garantir qualificação profissional e igualdade de oportunidades e acesso ao mercado de trabalho a pessoas
transgêneras
, apoiamos também o projeto
TRANSformAção
, realizado pela
Transempregos
em parceria com a
Associação Mães pela Diversidade
. Mais de mil pessoas receberão capacitação em habilidades digitais e socioemocionais, treinamento para profissionalização de seus currículos e conhecimentos importantes do campo jurídico para garantia de seus direitos. Após o treinamento, o objetivo será estabelecer uma conexão com empresas que mantêm valores de diversidade alinhados ao projeto e estão em busca de profissionais.
Acesso à educação
Com os estudantes afastados das escolas, professores das redes pública e privada de ensino passaram a buscar formas de se manterem conectados com seus alunos e continuar a transmitir conhecimento, agora por meio da internet. Para auxiliá-los nessa tarefa apoiamos o
Conexão Educativa
, iniciativa liderada pela Nova Escola, que passou a dar acesso gratuito a seis mil planos de aulas, cursos e ferramentas digitais para educadores de todo o país. A expectativa é beneficiar cerca de 590 mil professores e impactar a aprendizagem de 11 milhões de crianças e jovens brasileiros.
Com a SaferNet, organização dedicada à segurança e defesa de direitos humanos na internet, apoiamos a criação de novos módulos do
Educando para Boas Escolhas
. O projeto, feito em parceria com secretarias estaduais de educação, envolve a elaboração de aulas on-line sobre saúde mental e bem-estar, desinformação e educação midiática com objetivo de alcançar até 100 mil professores e 10 milhões de estudantes em todo o Brasil.
Criando pontes por meio da tecnologia
O Google.org buscou dar suporte a iniciativas originais da sociedade civil que adotam tecnologias para, de modo criativo, enfrentar as dificuldades impostas pela pandemia. Em parceria com a ONG carioca Olabi, organização social dedicada à produção de tecnologias, fomentou a criação da
ProtegeBR
, uma plataforma on-line que reúne mais de 250 iniciativas locais e está ajudando a conectar instituições de saúde a fornecedores e fabricantes de equipamentos, como ventiladores, respiradores, entre outros, com objetivo de apoiar o combate à COVID-19.
A necessidade de manter a população dentro de casa durante a pandemia promoveu um impacto muito mais grave nas vidas de mulheres que são vítimas de violência doméstica. Os índices desse tipo de caso, segundo a ONU Mulheres, vêm crescendo em diversos países no mundo. No Brasil, os registros de feminicídio aumentaram 22,2% entre março e abril deste ano, de acordo com
estudo
do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Com o intuito de ajudar mulheres sob esta situação a se manterem seguras, apoiamos o desenvolvimento do
ISA.bot
em 2019 e a sua recente atualização para incorporar mais conteúdo e recursos à robô sobre violência doméstica, permitindo, por exemplo, avisar alguém de confiança.
Em um momento em que a busca por atendimento psicológico aumentou, contribuímos também com o Vita Alere, instituto dedicado à pesquisa e divulgação de informação sobre saúde mental e suicídio, para o desenvolvimento do
Mapa da Saúde Mental
. O projeto reúne dados de localização e contatos de uma rede de profissionais e entidades da saúde que realizam atendimento gratuito e on-line, bem como de estruturas como Caps (Centro de Atenção Psicossocial), Caism (Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental), hospitais e clínicas.
Continuaremos nossos esforços juntos com a sociedade e atentos a projetos de organizações que busquem soluções criativas sobre temas relevantes para o Brasil. Por meio do Google.org, seguiremos apoiando o trabalho de quem se propõe a usar tecnologia para ajudar a resolver os grandes problemas que afligem nossa sociedade. O momento sem precedentes que estamos vivendo pede colaboração e solidariedade para que, juntos, estejamos mais fortes e preparados para os próximos passos.
Publicado por Hector Mujica, gerente de Google.org para América Latina
Viaje pelo tempo com os dinossauros de realidade virtual na Busca do Google
30 junho, 2020
Os dinossauros podem ter comandado a Terra há milhões de anos, mas com a Realidade Aumentada (RA), você pode transformar sua casa em um "Mundo Jurássico". O Google fez uma parceria com a
Universal Brand Development
, a
Amblin Entertainment
e a
Ludia
para trazer à vida 10 dinossauros da franquia “Jurassic World”, graças à realidade aumentada (RA) na nossa Busca. Agora, o gigantesco T. Rex pode entrar na sua sala de estar e o majestoso Braquiossauro pode caminhar entre as árvores do seu bairro.
Basta digitar o nome de um dinossauro na Busca do Google usando um aparelho móvel, e depois clicar em “Veja em 3D” para girar ou aproximar a imagem e enxergar todos os detalhes. Em seguida, é possível trazer o dinossauro para dentro de casa usando RA e ajustar o tamanho do animal – assim você pode entender a dimensão desses gigantes em relação aos objetos ao seu redor. Em dispositivos Android, dá para aumentar o volume, ouvir os passos e os estrondos dos dinossauros.
As feras de “Jurassic World” que podem ser vistas em RA incluem o Tiranossauro Rex, o Velociraptor, o Tricerátops, o Espinossauro, o Estegossauro, o Braquiossauro, o Anquilossauro, o Dilofossauro, o Pteranodonte e o Parassaurolofo.
Descubra os bastidores por trás dos dinossauros de realidade aumentada do “Jurassic World”
Os modelos usados na Busca do Google usam a tecnologia do jogo “Jurassic World Alive”, da Ludia, e representam o que há de mais realista em RA de dinossauros.
Neste vídeo
você pode conferir como foi feito do Braquiossauro de RA – incluindo os modelos em 3D, as texturas e a animação.
“Para criar esses dinossauros em 3D, nossos artistas conceituais partiram de uma pesquisa preliminar para descobrir muitas informações sobre cada criatura”, explica Camilo Sanin, Diretor de Criação de Personagens da Ludia. “Consultamos diversas fontes de informação na literatura, mas também trabalhamos ao lado de paleontologistas e da equipe de ‘Jurassic World’ para que os personagens fossem o mais realistas e precisos possível. Cada pequeno detalhe foi tratado com importância, até as irregularidades na cor e no padrão da pele dos dinossauros”.
Ao contrário de outros animais de RA do Google – como um cachorro ou um pinguim –, os dinossauros impõem um novo desafio técnico: suas dimensões gigantescas. O novo recurso de escala automática do Android é capaz de calcular a distância entre o celular do usuário e uma superfície ao seu redor – para, em seguida, redimensionar automaticamente o dinossauro de modo que ele caiba na tela do aparelho. Quando a pessoa clica em “Ver tamanho real”, a tecnologia de rastreamento de RA automaticamente reposiciona o dinossauro no ambiente do usuário, para que ele caiba na sala.
Como acessar e compartilhar
Android
: pesquise por "dinossauro" ou um dos dez dinossauros listados acima no
aplicativo do Google
ou em qualquer navegador Android e clique em “Veja em 3D”. O conteúdo em 3D pode ser visualizado em aparelhos com Android 7 Plus, e o conteúdo com RA pode ser visto em
dispositivos com ARCore habilitado
. Para conhecer todos os dinossauros de forma fácil e simples, use o carrossel no modo 3D.
iOS
: pesquise por "dinossauro" ou um dos dez dinossauros listados acima no
aplicativo do Google ou no Google.com
, usando o
Chrome
ou o Safari. O conteúdo em 3D e RA está disponível em aparelhos com iOS 11 Plus.
Na opção de gravação, é possível criar vídeos em realidade aumentada ou recriar sua cena preferida dos filmes “Jurassic World”. Não esqueça de marcar suas fotos e vídeos nas redes social com as hashtags #Google3D e #JurassicWorld. E tenha uma boa viagem – rumo ao passado!
Publicado por Archana Kannan gerente do grupo de produto para experiências de RA
Jogos e brincadeiras para aprender sobre arte e cultura
26 junho, 2020
O ser humano é curioso por natureza, e gosta de aprender. E não existe maneira melhor de aprender do que brincando. Por isso estamos apresentando novas maneiras de saber mais sobre cultura, de um jeito divertido e interessante. A partir de hoje já é possível gravar vídeos com o
Art Projector
– uma ferramenta que usa realidade aumentada para trazer
obras famosas ao seu ambiente
. Toque no ícone Câmera para começar a registrar seus pensamentos sobre essas pinturas, disponíveis agora no aplicativo Google Arts & Culture para Android e em breve no iOS.
O Art Projector permite que qualquer pessoa se torne curadora de um vídeo sobre arte. Mas, além disso, o pessoal criativo que desenvolve os códigos para o laboratório do Google Arts & Culture bolou outras formas super legais de aprender mais sobre arte, cultura e história – brincando. O resultado desse trabalho é a nova coleção “
Play with Arts & Culture
”, que oferece games, quebra-cabeças e jogos de perguntas e respostas com informações sobre os tesouros culturais das centenas de instituições parceiras. Participe pelo computador, acessando o site
g.co/artgames
, ou pelo aplicativo gratuito do Google Arts & Culture para Android e em breve para iOS.
A festa do quebra-cabeça
Este jogo oferece
quebra-cabeças
colaborativos, que podem ser montados junto com a família e os amigos – ou por conta própria. Mergulhe nos detalhes de mais de 500 obras – incluindo Flores, de Andy Warhol, Menina com Brinco de Pérola, de Johannes Vermer, e Primeira-Dama Michelle Obama, de Amy Sherald.
O que surgiu primeiro?
O que surgiu primeiro?
A Estátua da Liberdade ou o jogo de vôlei? Quanto mais rápido você responder, mais alta a sua pontuação! Para quem quer saber ainda mais sobre história, basta clicar num dos itens e conferir mais informações.
Palavras-cruzadas culturais
As
Palavras-cruzadas culturais
são um jeito super legal de aprender mais sobre arte, história e temas como tecidos africanos ou posturas de ioga. Clique nas caixas dentro da grade para ver uma pista, e digite a sua solução. Se você acertar a resposta, continue clicando e descubra ainda mais sobre esse assunto no Google Arts & Culture.
Palavras-cruzadas visuais
Uma imagem vale mais do que mil palavras, já diz o ditado. Pensando nisso, partimos da ideia de
palavras-cruzadas visuais
para criar este jogo que deve ser resolvido com imagens, e não letras. Descubra onde se encaixa cada obra: Renascença ou Modernismo? Van Gogh ou Gaugin – ou ambos? Arraste a imagem para a caixa correta e avance para novos níveis de dificuldade.
Livro de arte para colorir
Van Gogh pintou os girassóis de amarelo – mas você pode usar a cor que quiser! As crianças adoram atividades de colorir, mas esse passatempo é cada vez mais popular entre adultos que querem relaxar e aprender ao mesmo tempo.
Exercite seu talento
e sua inspiração colorindo obras de artistas famosos e até de marcos geográficos importantes do Street View.
Comece a criar vídeos com o Art Projector e a jogar com o aplicativo Google Arts & Culture para Android - ou em breve no iOS. Não importa se você está jogando por diversão ou aprendendo algo novo, esperamos que o "Play with Arts & Culture" o ajude a descobrir ainda mais os incríveis tesouros que nossos parceiros estão disponibilizando para qualquer pessoa on-line.
Publicado por Michelle Luo, gerente de produtos para o Google Arts & Culture
Google Fotos repaginado: um companheiro para as memórias da sua vida
25 junho, 2020
Há cinco anos, percebemos que as pessoas estavam tendo dificuldade para organizar vídeos e fotos. Não havia um único lugar para guardar todas essas imagens, o armazenamento disponível era confuso e muita gente se perdia quando tentava achar fotos específicas. O Google Fotos foi criado para resolver todos esses problemas. Desde então, percebemos que muitos usuários abrem o aplicativo quando sentem saudade de uma pessoa ou de um momento, ou quando querem relembrar coisas gostosas. E foi assim que o Google Fotos se transformou em mais do que um aplicativo para organizar fotos: ele se tornou um lugar onde a gente guarda as lembranças boas da vida.
Pensando nisso, estamos lançando hoje um Google Fotos redesenhado, centrado na memória das pessoas. A nova versão pretende ajudar você a encontrar e reviver momentos especiais.
Uma experiência nova e mais simples no Google Fotos
O redesenho do Google Fotos confere mais destaque a suas fotos e vídeos, além de colocar a busca ainda mais em evidência, com uma nova estrutura de três abas:
Fotos:
Como sempre, a aba principal contém todas as suas fotos e vídeos. Agora, porém, você vai ver miniaturas maiores, trechos de vídeos e menos espaço entre as imagens. Bem no alto será possível perceber um grande carrossel chamado “Memórias” (já já vamos falar mais sobre isso).
Busca:
À medida que as bibliotecas de fotos crescem, a busca se torna cada vez mais importante. Por isso estamos colocando esse recurso em evidência, para que você encontre facilmente as pessoas, os lugares e as coisas de que mais gosta. Criamos também uma nova visualização em forma de mapa interativo (e já já vamos falar mais sobre isso também).
Biblioteca:
A aba “biblioteca” reúne os lugares mais importantes da sua coleção de fotos: os Álbuns, as Favoritas, a Lixeira, o Arquivo, etc. Para usuários dos Estados Unidos, da União Europeia e do Canadá, será possível ver a Loja de Impressão, que oferece produtos impressos com as suas imagens.
A qualquer momento você pode encontrar seu conteúdo compartilhado. Basta tocar no botão “conversa”, no canto superior esquerdo.
Visualização em formato de mapa (finalmente!)
Na nova aba de busca você vai encontrar uma visualização em forma de mapa interativo, reunindo suas fotos e vídeos. Esse visual foi um dos
recursos mais pedidos
pelos usuários desde que lançamos o Google Fotos. Basta aproximar ou afastar a imagem com os dedos em formato de pinça para explorar fotografias de viagens, ver os lugares mais fotografados perto da sua casa ou encontrar aquela imagem que você registrou no meio da estrada durante uma viagem de carro. Para quem habilitou a localização na câmera do aparelho, o Histórico de Localização ou a localização preenchida à mão, é possível organizar e buscar fotos por local no aplicativo – e agora essas imagens também vão aparecer no mapa. Os usuários que desejarem mudar essa configuração podem
controlar as edições ou desabilitar
o Histórico de Localização e a permissão para usar localização na câmera.
Reviva os momentos importantes com o “Memórias”
No segundo semestre de 2019 o Google Fotos apresentou o recurso
Memórias
, que leva você de volta às lembranças bacanas de anos anteriores. Esta acabou se tornando uma das abas preferidas dos usuários: a cada mês, mais de 120 milhões de pessoas clicam em suas Memórias. Hoje estamos acrescentando novos tipos de Memórias, como as melhores fotos de você ao lado dos amigos e da família em diferentes anos, ou os destaques da última semana.
As imagens criadas automaticamente pelo Fotos (filmes, colagens, animações, fotos estilizadas e outras) saíram da aba “Para você” (que não existe mais) e foram para as “Memórias”. Mas o Google sabe quem nem todas as memórias precisam (ou merecem) ser revisitadas. Por isso será possível
ocultar pessoas ou períodos específicos
, bem como controlar o tipo de Memória que o usuário recebe.
Nosso ícone com um novo visual
O primeiro ícone do Google Fotos foi inspirado num cata-vento – referência à saudade das coisas divertidas da infância. A partir de hoje esse ícone terá um visual novo e mais simples, sem perder o formato conhecido do cata-vento que nos leva de volta a um passado feliz. Confira a
evolução da nossa marca
ao longo dos anos.
A experiência renovada e mais simples do Google Fotos será lançada esta semana. Esperamos que você goste!
Publicado por David Lieb, diretor de produto para o Google Fotos
Um novo programa de licenciamento para apoiar o jornalismo
25 junho, 2020
A força da imprensa profissional é importante – agora, provavelmente, mais do que nunca. Estamos todos em busca de informações confiáveis sobre a pandemia global e sobre as recentes manifestações contra o racismo no mundo. Esses acontecimentos, porém, ocorrem num momento em que o setor de notícias enfrenta grandes desafios financeiros. O Google confere grande importância à tarefa de garantir acesso à informação de qualidade, e quer apoiar veículos jornalísticos que cobrem temas fundamentais.
Hoje anunciamos um programa de licenciamento que pretende remunerar publicações por conteúdos de alta qualidade que farão parte de uma nova experiência jornalística a ser lançada no final deste ano. O programa vai permitir aos veículos participantes obter receita com o conteúdo que produzem, por meio de uma experiência de narrativas ricas, com as quais o público poderá se aprofundar em reportagens complexas, manter-se informado sobre temas importantes e estar a par de questões e interesses diversos. Começaremos o programa com parceiros em um conjunto de países do mundo, a ser ampliado em breve.
A nova iniciativa vai diversificar ainda mais o apoio que já oferecemos às empresas de mídia, e também aumentar o valor que o Google oferece a essas organizações por meio da Busca e de esforços contínuos, como a
Google News Initiative
– trabalhos que ajudam o jornalismo a prosperar na era digital. Embora o Google já viesse financiando conteúdo de alta qualidade, o novo programa é um avanço considerável no nosso apoio a esse tipo de jornalismo. Para dar início ao projeto, assinamos parcerias com publicações locais e nacionais no Brasil, na Austrália e Alemanha.
As conversas com esses veículos parceiros começaram há vários meses, e todos afirmam que esta é uma grande mudança de rumo. “Estamos sempre abertos a formas inovadoras de atrair leitores para que tenham acesso ao nosso conteúdo de alta qualidade”, afirma Stefan Ottlitz, diretor-geral do Grupo
SPIEGEL
, da Alemanha. “A nova parceria com o Google vai permitir oferecer uma experiência que colocará nosso conteúdo premiado em evidência, aumentará nosso alcance e levará uma cobertura confiável ao público, de forma atraente e interessante, em todos os produtos do Google”.
Nos lugares onde essa essa experiência estiver disponível, o Google vai pagar para que o público tenha acesso gratuito a reportagens protegidas por paywall no site dos veículos parceiros. Com isso, sites de notícias que usam paywall poderão ser acessados por um público mais amplo, e ainda oferecer uma oportunidade para que novos leitores consumam conteúdo que normalmente não veriam.
Paul Hamra, diretor-geral da
Solstice Media
, editora australiana de conteúdo jornalístico, conta que a possibilidade de aumentar o público com acesso a esse importante conteúdo local foi o que motivou a empresa a participar da iniciativa. Diz Hamra: “Diante da pressão sobre as publicações locais, é fundamental encontrar novos canais de veiculação e novos públicos para nosso conteúdo premium, num ambiente seguro e com curadoria. Essa oportunidade nos dará acesso a novos mercados e trará ainda mais benefícios comerciais”.
O novo produto será lançado primeiro no Google News e no Discover, e é fruto de um trabalho ativo que vem sendo desenvolvido há meses com nossos parceiros. Já estamos em contato com outros veículos e pretendemos aumentar a rede ao longo dos próximos meses.
Geraldo Teixeira da Costa Neto, diretor-executivo dos
Diários Associados
no Brasil, afirma que a empresa se orgulha de participar do projeto: “Do nosso lado, faremos o que estiver ao alcance para que esta plataforma prospere e que seja uma bússola para a sociedade em busca de informações produzidas por fontes seguras e confiáveis em tempos de desafios”.
Os últimos meses de pandemia impuseram pressões novas e totalmente imprevistas sobre a imprensa, causando impactos que vão da produção de jornalismo de qualidade à continuidade dos modelos de negócios tradicionais. Para enfrentar a situação, a Google News Initiative ofereceu recursos a mais de 5.300 publicações locais espalhadas pelo mundo, graças ao
Fundo de Auxílio Emergencial ao Jornalismo
, à uma
dispensa da tarifa para exibir anúncios no Google Ad Manager
e
à campanha de US$ 15 milhões para apoiar o jornalismo local
e aliviar parte dos efeitos econômicos da COVID-19.
Ao longo dos anos, criamos mais público para o setor de imprensa e impulsionamos a capacidade de gerar receita para os veículos de mídia. Direcionamos os usuários para sites de notícias mais de 24 bilhões de vezes por mês, e damos aos publishers a possibilidade de oferecer anúncios e assinaturas e aumentar o público que consome conteúdo jornalístico. A
Google News Initiative
foi lançada em 2018, trazendo consigo um compromisso no valor de US$ 300 milhões para garantir um futuro sustentável para a imprensa, graças a programas como o
Assine com o Google
e o
Local Experiments Project
.
Ao lado de outras empresas, governos e organizações da sociedade civil, temos o compromisso de fazer nossa parte e apoiar o jornalismo profissional e confiável. O projeto sendo anunciado hoje é exemplo disso, e estamos ansiosos para ver tudo o que realizaremos juntos.
Postado por Brad Bender, vice-presidente de Gestão de Produto, Google News
Protegendo suas informações privadas
24 junho, 2020
A privacidade está no centro de tudo o que fazemos, seja
garantindo a segurança de suas videoconferências no Meet
,
protegendo você
contra ameaças ou sendo a primeira grande empresa a decidir não disponibilizar
reconhecimento facial para uso comercial
, além de criar
princípios de IA
claros e que proíbam o uso de nossas ferramentas para fins de vigilância.
Ao desenvolver nossos produtos, focamos em três princípios importantes: manter suas informações seguras, tratá-las com responsabilidade e deixar você no controle. Hoje, estamos anunciando melhorias na privacidade para avançarmos nesse caminho, atualizando nossas práticas de retenção de dados na base dos nossos principais produtos e tornando padrão a exclusão automática dessas informações.
Dados tratados com responsabilidade
Acreditamos que os nossos produtos devem guardar suas informações apenas enquanto forem úteis para o usuário, seja para encontrar seus destinos favoritos no Google Maps ou receber recomendações sobre o que assistir no YouTube.
Pensando nisso, no ano passado apresentamos um
controle que permite excluir automática e contínuamente
dados do seu Histórico de Localização, pesquisa, voz e atividades do YouTube após 3 ou 18 meses. Assim, continuamos nos desafiando a fazer mais com menos. Hoje estamos mudando nossas práticas de retenção de dados para tornar a exclusão automática o padrão nas
configurações de atividades
.
Funciona assim: a partir de hoje, quando você habilitar o
Histórico de Localização
– que está desativado por padrão – sua opção de exclusão automática estará definida para 18 meses. A exclusão automática de
Atividades da Web e de Apps
também será padronizada para 18 meses para novas contas. Isso significa que, após 1 ano e meio, seus dados de atividades serão apagados de forma automática e contínua, e não mantidos até que você opte por excluí-los. Você sempre pode desativar essas configurações ou alterar sua opção de exclusão automática.
Para usuários existentes que já habilitaram o Histórico de Localização e as Atividades da Web e de Apps, as configurações permanecem as mesmas. Mesmo assim, o Google vai sempre lembrá-los de que existe a opção de usar o controle de exclusão automática de dados, enviando alertas e e-mails. Com isso, cada pessoa pode estabelecer um prazo que se ajuste às próprias necessidades.
Ao tornar a nova configuração de retenção de dados o padrão em mais produtos, estamos nos guiando pelo princípio de que os produtos devem guardar informações apenas enquanto for útil para você. Por exemplo, estamos estendendo isso para o YouTube, cuja exclusão automática será definida para 36 meses por padrão no caso de contas novas ou de quem ativar o Histórico do YouTube pela primeira vez. Trata-se de um avanço em relação à prática atual no setor e garante que o YouTube continue a fazer recomendações relevantes com base no que você assistiu ou ouviu no passado - como informar se sua série favorita lançou outra temporada ou quando seu artista favorito soltou um novo álbum. Os usuários que já possuem conta ainda podem escolher pela exclusão automática de 3 ou 18 meses. Os períodos de retenção padronizados não se aplicarão a outros produtos, como Gmail, Drive e Fotos, os quais foram criados para armazenar com segurança seu conteúdo pessoal.
Reforçamos que o Google, como sempre,
não vende suas informações
a ninguém e não usa informações em aplicativos nos quais você armazena, principalmente conteúdo pessoal – como Gmail, Drive, Agenda e Fotos – para fins publicitários.
Controle: quem decide é você
As escolhas de privacidade são pessoais, e por isso o Google está sempre trabalhando para que cada usuário faça as próprias opções. Isso pode ser, por exemplo, ajudando as pessoas a administrar suas configurações, graças às ferramentas pró-ativas disponíveis na Conta Google; ou facilitando ainda mais sua vida na hora de encontrar e acessar essas configurações em nossos produtos. Estamos anunciando hoje atualizações a diversas ferramentas de privacidade do Google.
Acesso aos controles da sua Conta Google na Busca:
Estamos também facilitando o acesso às informações da sua Conta Google já na Busca. Em breve, quando você estiver logado à sua conta, será possível pesquisar assuntos como “Check-up de privacidade do Google” e “Minha Conta Google está segura?”. Assim, uma caixa visível apenas para o proprietário da conta vai mostrar as configurações de privacidade e segurança, permitindo que cada usuário faça os ajustes que desejar.
Acesso mais fácil ao modo Anônimo:
Estamos também tornando mais fácil acessar o modo Anônimo em nossos aplicativos mais populares. Basta um clique longo sobre a foto de perfil do usuário na Busca, no Mapas e no YouTube. Este recurso já está disponível no Google App para iOS, e em breve estará funcionando no Android e em outros aplicativos. Estamos trabalhando também tornar mais fácil se manter no modo Anônimo em diversos apps do Google, tais quais Mapas e YouTube, e logo teremos mais notícias sobre isso.
Mais controles proativos de privacidade:
Todos os anos, mais de 200 milhões de pessoas acessam o
Check-up de Privacidade
. Agora, essa ferramenta contará com recomendações pró-ativas e dicas para ajudar você a administrar suas configurações de privacidade.
Protegendo suas informações proativamente
Para proteger a privacidade das pessoas, o Google sabe que precisa contar com a mais avançada segurança. Por isso oferecemos proteções automáticas em todos os nossos produtos. Isso inclui a Navegação Segura, que protege mais de quatro bilhões de aparelhos de phishing e malware todos os dias, e a Google Play Protect, que verifica seus aplicativos antes, durante e depois de serem baixados com o objetivo de ajudar a manter seus dispositivos seguros.
Há cinco anos, lançamos a Verificação de Segurança, uma central de fácil acesso para proteção da sua Conta do Google. Com um clique, daremos a você um quadro da segurança da sua conta, bem como recomendações personalizadas para ajudá-los a manter seus dados seguros. Nas próximas semanas, o
Check-up de Senhas
, nossa ferramenta que verifica se as senhas salvas na sua Conta do Google foram comprometidas, se tornará uma parte essencial do Security Checkup.
Mais de 100 milhões de pessoas já usaram o Check-up de Senhas e observaram uma redução de 30% nas violações de senhas – essa ferramenta tem se mostrado incrivelmente eficaz em manter as pessoas seguras não apenas no Google, mas na web. Como os demais elementos da Verificação de Segurança, vamos fornecer as informações necessárias para que você possa proteger qualquer conta sob risco de modo automático. Agora que esse recurso está
integrado
à Conta do Google e ao Chrome, a extensão do Check-up de Senha para Chrome será
desativada
ao longo dos próximos meses.
Investimento em tecnologias de privacidade
Cuidar dos dados do usuário de forma responsável significa garantir a privacidade das informações. Graças aos avanços nas tecnologias de preservação de privacidade, as proteções do Google estão cada vez mais fortes e hoje são usadas em todos os nossos produtos. Um exemplo: a
privacidade diferencial
impulsiona os
Relatórios de Mobilidade Comunitária
, que ajudam autoridades sanitárias a combater o coronavírus usando dados de localização que preservam a privacidade das pessoas. Esse recurso também é usado no Google Maps, para que os usuários saibam, em tempo real, se um restaurante está cheio – sem jamais revelar quem está no local. Neste ano, de modo pioneiro, usamos privacidade diferencial e
aprendizado federado
, uma técnica que inventamos, para treinar os modelos que sustentam o teclado Gboard. Isso combina com êxito alguns dos métodos mais avançados para proteger ainda mais sua privacidade.
Da mesma forma como tornamos o Chromium open source para contribuir com a internet aberta, transformamos nossa
biblioteca de privacidade diferencial
para o formato open source para facilitar o desenvolvimento de produtos com privacidade pela indústria. Agora ela está sendo
ampliada
para novas linguagens de programação (Java e Go), de modo que mais desenvolvedores possam usar aprendizado de máquina para fortalecer modo de proteção à privacidade.
O Google vai continuar trabalhando
À medida que implementamos avanços na privacidade e na segurança dos nossos produtos, continuamos a defender regulamentações sobre dados sensíveis em todo o mundo, incluindo uma
legislação federal forte e abrangente sobre privacidade nos EUA
. Para colaborar com esse trabalho, publicamos um
modelo
para normas responsáveis de proteção de dados baseado em leis de privacidade e modelos ao redor do mundo, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), e em nossa própria experiência na construção de ferramentas com foco em privacidade.
Enquanto políticos seguem com seus trabalhos, nós continuaremos com o nosso – desafiando nós mesmos a construir produtos úteis com menos dados e elevando o nível da privacidade para todos.
Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet
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Arquivo
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