O Blog do Google Brasil
Novidades sobre os produtos e a tecnologia do Google no Brasil e no mundo
Está com sobrecarga de e-mails? Experimente a Caixa prioritária
31 agosto, 2010
As pessoas sempre nos dizem que estão sendo simplesmente inundadas por e-mails. Nós entendemos a sua situação, afinal, aqui no Google, o e-mail é a nossa principal ferramenta de trabalho. Nossas caixas de entrada estão diariamente abarrotadas com centenas, às vezes milhares de mensagens: e-mails de colegas, de listas, sobre horários marcados e correio automatizado, mas que nem sempre são importantes. Leva muito tempo separar o que tem de ser lido do que tem de ser respondido. Hoje, temos o prazer de apresentar a
Caixa prioritária
(na versão beta), uma maneira experimental de lidar com a sobrecarga de informações no Gmail.
O Gmail sempre escolheu muito bem o lixo eletrônico que deveria ir para a pasta de “spam”. Mas, hoje em dia, além do spam, as pessoas recebem muitas mensagens que, apesar de não serem lixo, também não são importantes. São aquilo que se costuma chamar de “encheção de linguiça”: você até vai ler, mas não naquele exato momento. Portanto, aumentamos a capacidade do filtro do Gmail para que ele lidasse com este problema e fosse além do spam – assim, o usuário recebe um auxílio na hora de separar a "encheção de linguiça" do material importante. A Caixa prioritária é quase como o seu assistente pessoal: ele lhe auxilia a se concentrar nas mensagens que realmente importam sem a necessidade de configurações complexas.
A Caixa prioritária divide a sua caixa de entrada em três seções: “Importante e não lidas”, “Marcado com estrela” e “Tudo mais”:
(Texto da imagem)
Leia as mensagens "Importantes e não lidas"
Marque com uma estrela aqueles e-mails que você quiser ver depois
Dê uma olhada em "Tudo mais" apenas quando tiver tempo
(e marque qualquer mensagem importante que tenha ficado para trás)
Assim que as mensagens chegam, o Gmail automaticamente marca algumas como importantes. O Gmail usa várias pistas para predizer que mensagens são importantes, incluindo os seus destinatários frequentes (se você manda muitos e-mails, por exemplo, para o João, uma mensagem dele deve ser importante) e quais mensagens você abre e responde (estas devem ser mais importantes que as que você passa direto). E, quanto mais você usar o Gmail, melhor ele classificará as suas mensagens. Ainda assim, você pode ajudar a torná-lo ainda melhor, clicando em
ou
para determinar quais são as mensagens de prioridade.
Depois de termos realizado muitos testes internos aqui no Google, bem como com vários usuários do Gmail e do Google Apps, estamos prontos para que mais pessoas experimentem este novo produto. A Caixa prioritária ficará disponível para todos os usuários do Gmail, incluindo aqueles que utilizam o Google Apps, até a semana que vem. Assim que aparecer um link
“Novidade! Caixa prioritária”
, no canto superior direito da sua conta do Gmail (ou a nova guia Caixa prioritária nas Configurações do Gmail), experimente você mesmo.
Postado por Doug Aberdeen, engenheiro de software
Agenda do Google Developer Day 2010: Plataforma de nuvem, Android, Chrome e HTML5
30 agosto, 2010
Já podemos divulgar a agenda do
Google Developer Day
. Temos muito mais conteúdo técnico para compartilhar, mas o Google Developer Day dura apenas um dia. Podemos fazer algumas mudanças menores na agenda, mas aqui vai uma prévia.
Mundialmente, temos três assuntos principais:
Android
- Com o atual embalo e crescimento dessa plataforma, gostaríamos de continuar este diálogo com você no Google Developer Day. Teremos sessões sobre o desempenho do Android performance, experiência do usuário de celular e melhores práticas de criação de aplicativos, além de mergulhar a fundo em um novo recurso, a
Cloud to Device Messaging (C2DM - Mensagens da nuvem para celular
) (link em inglês).
Chrome e HTML5
- Ensinaremos como construir um aplicativo para a
Chrome Web Store
e como melhorar seu desenvolvimento e desempenho. Mostraremos quais aspectos do HTML5, Ferramentas do Desenvolvedor Chrome e
Cliente Nativo
podem ser mais úteis para você. Além disso, vamos cobrir tudo que esteja relacionado à autenticação. Mostraremos como e quando usar as diversas ferramentas de autenticação e como elas se integram aos nossos produtos e APIs.
Plataforma de nuvem
- Em continuidade aos nossos anúncios no Google I/O, teremos sessões sobre o
Google App Engine
,
App Engine for Business
,
integração com Spring
,
Google Web Toolkit
,
BigQuery
, e
Prediction API
. Esteja preparado para as amostras de código, aprenda como otimizar o desempenho e dê uma espiada no que nós temos para o futuro.
É com prazer que apresentamos nossos palestrantes Mario Queiroz, vice-presidente de produtos, e Eric Tholome, diretor de gestão de produtos para desenvolvedores.
Graças ao sucesso das
sessões sobre capital de risco no Google I/O
(link em inglês) e à crescente atividade de CR nos mercados globais, adicionamos painéis sobre capital de risco na maioria dos nossos Developer Days. Venha descobrir o que seus investidores de CR locais procuram em novas empresas.
O
SP-GTUG
(Grupo de Usuários de Tecnologia Google em São Paulo), um grupo de usuários que tem como objetivo aprimorar e compartilhar conhecimento sobre as tecnologias do Google também participará do evento. Os participantes terão a oportunidade de conhecer e interagir com os membros do grupo.
As palestras principais e parte das sessões terão tradução ao vivo. Teremos especialistas para tirar suas dúvidas durante o horário comercial e você ainda terá a chance de conhecer outros Googlers durante a Happy Hour.
As inscrições começarão no dia
15 de setembro
e atualizaremos o
blog do Google Code
(página em inglês), assim como o blog do Google Brasil. Enquanto isso, siga-nos no Twitter para as últimas informações sobre o Google Developer Day e outros assuntos: @googledevbr (hashtag #gddbr).
Postado por: Alejandro Villaneuve e Bruno Oliveira, relacionamento com desenvolvedores
Compartilhe sua história com o novo Google Tradutor
17 agosto, 2010
Você percebeu que o
Google Tradutor
está com um novo visual? Estamos melhorando nosso visual para facilitar ainda mais a tradução de textos, páginas da web e documentos no Google Tradutor.
A nova cara do Google Tradutor
Nossa intenção é facilitar a descoberta e utilização completa de todas as funções e integrações do Google Tradutor. Por exemplo, sabia que você pode
pesquisar em outros idiomas no Google
(link em inglês) com o Google Tradutor? Ou que é possível
traduzir e-mails recebidos
(link em inglês) no Gmail ou levar o Google Tradutor com você
no seu celular
(link em inglês)? Colocamos todas essas dicas na nova página
Faça mais com o Google Tradutor
(link em inglês) que acabamos de lançar. Algumas dessas dicas vão aparecer na nova página inicial.
Também criamos uma página
Por dentro do Google Tradutor
(link em inglês), onde você descobrirá como as traduções são feitas. É o trabalho de duendes mágicos ou de linguistas profissionais? Neste vídeo, Anton Andryeyev, um de nossos engenheiros, conta como funciona:
É inspirador saber que as pessoas quebraram as barreiras da comunicação no mundo todo com o Google Tradutor. Por exemplo, Lisa, dos Estados Unidos, nos contou como usa o Google Tradutor para manter contato com os avós. Lisa se mudou da China para os EUA quando tinha seis anos, portanto, ela fala inglês e chinês fluentemente, mas tem dificuldade em ler os complexos ideogramas chineses. Quando ela recebe um e-mail dos avós na China, o Google Tradutor dá uma ajudinha com as frases que ela não entende. Ela também usa o Google tradutor para responder o e-mail, certificando-se de que está usando o ideograma correto no lugar certo.
Você usa o Google Tradutor para manter contato com parentes distantes? Para ler notícias de outros países? Ou para aproveitar ao máximo as suas viagens de férias? Adoraríamos ouvir sua experiência, por isso,
compartilhe a sua história
(link em inglês) conosco. Quem sabe a sua história pode aparecer
no blog do Google Tradutor
! (link em inglês)
Postado por: Awaneesh Verma, Gerente de Produto
Verdades sobre a nossa proposta de políticas para a neutralidade da internet
16 agosto, 2010
Nos últimos dias, tivemos muitas discussões sobre o
anúncio
da proposta de políticas para a neutralidade da internet que criamos em conjunto com a Verizon. Depois de pesar prós e contras, acreditamos que esta proposta representa um verdadeiro progresso para o que se tornou uma questão controversa. Em nossa opinião, ela pode ajudar construtivamente no avanço do debate sobre a neutralidade da internet.
É claro que não achamos que todos vão concordar integralmente com nossa proposta, mas há muitas visões errôneas sobre a nossa proposta em circulação. Por isso, gostaríamos de separar o que é fato do que é mito.
MITO: O Google “vendeu-se” na questão da neutralidade da internet.
FATO: O Google tem sido
a principal voz das corporações
(site em inglês) sobre a questão da neutralidade da internet. Nenhuma outra empresa tem se esforçado tanto como nós por uma internet aberta.
Porém, dada a realidade política, há anos esta questão específica não tem sido discutida em Washington. Neste momento, não há proteções com força legal, no FCC (órgão regulador das telecomunicações nos EUA) ou em outro lugar, contra discriminações das operadoras no tráfego da internet.
Com isso em mente, decidimos realizar uma parceria com um dos principais provedores de banda larga nos Estados Unidos para pensar em regras que refletissem a melhor solução possível. Não afirmamos que esta é solução perfeita, mas acreditamos que uma proposta que inclua proteções com força legal para os consumidores é preferível a nenhuma proteção.
MITO: Esta proposta representa um retrocesso para a internet aberta.
FATO: Caso seja adotada, esta proposta dará, pela primeira vez, à FCC a capacidade de preservar a internet aberta por meio de regras com força legal direcionadas para os provedores de banda larga. Ao mesmo tempo, será proibido à FCC impor regulamentações sobre a própria internet.
Eis alguns dos benefícios concretos da nossa proposta legislativa conjunta:
Novas normas do FCC com força legal
Proibição contra o bloqueio ou degradação do tráfego da internet por cabo
Proibição contra a discriminação ao tráfego de internet por cabo de maneira que prejudique os usuários ou a livre concorrência
Presunção contra todas as formas de priorização de tráfego da internet por cabo
Transparência completa para as plataformas de banda larga por cabo e sem fio
Autoridade indiscutível da FCC para o julgamento de reclamações de usuários e para a imposição de liminares e de multas contra transgressores
A Verizon concordou em obedecer voluntariamente, a partir de agora, a estes requisitos, o que faz dela uma pioneira entre os principais provedores de comunicações nos Estados Unidos. Esperamos que este ato convença as demais empresas de banda larga a seguir o mesmo caminho.
MITO: Esta proposta eliminaria a neutralidade da internet sem fio.
FATO: É verdade que o Google já se empenhou para que certas proteções de abertura para internet sem fio fossem aplicadas da maneira similar à dos serviços por cabo. Mas, para alcançarmos um meio-termo, concordamos com uma proposta que mantém este mercado sem regulamentações por enquanto, sob a vigília constante do Congresso norte-americano.
Por quê? Em primeiro lugar, o mercado sem fio é mais competitivo que o mercado por cabo, uma vez que os consumidores normalmente têm mais opções de provedores. Em segundo lugar, as redes sem fio utilizam ondas aéreas, em vez de cabos, e precisam compartilhar uma capacidade restrita entre muitos usuários, de modo que as operadoras são obrigadas a gerenciar suas redes mais ativamente. Em terceiro lugar, a abertura de rede e de dispositivos só começou a se tornar um modelo de negócios relevante neste espaço recentemente.
Na nossa proposta, explicitamos que o primeiro passo mais adequado para os provedores sem fio é a transparência total com os usuários sobre como o tráfego da rede é gerenciado para evitar o congestionamento, ou sobre como é priorizado para certos conteúdos e aplicativos. A nossa proposta também pede que o governo federal dos Estados Unidos monitore e elabore relatórios sobre o estado do mercado de banda larga sem fio. E o mais importante, o Congresso teria a capacidade de intervir e de impor novas proteções para os consumidores contra os provedores sem fio.
Também é essencial ter em mente que o futuro da banda larga sem fio está cada vez mais na quarta geração de redes (4G), que começou a ser construída agora. A Verizon vai lançar a sua rede 4G nos Estados Unidos no fim deste ano, seguindo as condições de abertura adotadas pela FCC com
ajuda do Google
(site em inglês). A Clearwire já fornece o serviço 4G em alguns mercados, operando um
modelo de negócios
(site em inglês) único de varejo/abertura. Assim, os consumidores norte-americanos começam a experimentar plataformas abertas de internet sem fio, o que esperamos seja ainda mais aprimorado e incentivado pela nossa proposta de transparência.
MITO: Esta proposta vai permitir que os provedores de banda larga “canibalizem” a internet.
FATO: Outro aspecto da proposta conjunta permite que os provedores de banda larga ofereçam determinados serviços especializados para seus clientes, os quais não fazem parte da internet. Por exemplo, os provedores de banda larga poderão oferecer um canal especial de jogos, um serviço bancário mais seguro ou um tipo de monitoramento de saúde em casa, desde que esses produtos estejam separados da internet pública. Alguns provedores já oferecem esses tipos de serviço atualmente. O principal desafio é permitir que os consumidores se beneficiem desses serviços não relacionados à internet sem que esta sofra obstruções.
Na proposta, sugerimos algumas proteções importantes para salvaguarda da internet pública:
Em primeiro lugar, o provedor de banda larga deve obedecer totalmente às normas de proteção e contra a discriminação que regem o seu serviço de acesso à internet
antes
de poder aproveitar qualquer uma dessas oportunidades de serviços on-line;
Em segundo lugar, estes serviços devem ser “
distintos em propósito e abrangência
” do acesso à internet, de modo que não possam, com o passar do tempo, suplantar o modelo de serviço "best effort" da internet;
Em terceiro lugar, a FCC mantém o
total poder de monitoração
desses produtos e pode intervir sempre que necessário para garantir que o acesso à internet receba uma capacidade irrestrita da banda larga.
Sendo assim, acreditamos que estão contempladas ferramentas mais do que adequadas para impedir uma “canibalização” da internet.
MITO: O Google se juntou à Verizon nesta questão por causa do Android.
FATO: Isto se trata de uma proposta de políticas, não de uma negociação. É claro que o Google tem uma ótima relação comercial com a Verizon, mas, no fim das contas, esta proposta não tem nada a ver com o Android. Não há motivos para surpresa com o anúncio desta proposta, uma vez que temos histórico de trabalho anterior sobre políticas públicas para a neutralidade da internet com a Verizon. Basta ver a
nossa postagem de blog
(site em inglês) de outubro de 2009, a
apresentação de um documento conjunto à FCC
(site em inglês) em janeiro de 2010 e nosso
editorial
(site em inglês) de abril deste mesmo ano.
MITO: Duas grandes corporações querem criar as leis sobre o futuro da internet.
FATO: As duas empresas propõem um modelo de legislação a ser submetido ao Congresso. Esperamos a opinião de todos os envolvidos para ajudar a moldar esta estrutura e para que possamos todos progredir. Não temos a arrogância de pensar que duas empresas quaisquer poderiam, ou deveriam, decidir o futuro da internet. Simplesmente oferecemos uma proposta para ajudar a solucionar um debate que está praticamente estagnado há cinco anos.
É papel do Congresso, da FCC, de outras autoridades e do público norte-americano levar essa discussão adiante. Seja você contra ou a favor da nossa proposta, participe diretamente do debate e divida seu ponto de vista com os
senadores
e
deputados
(sites em inglês) de Washington.
Esperamos que o texto tenha esclarecido algumas inverdades que circularam sobre a nossa proposta. Vamos disponibilizar atualizações assim que o tema se desenvolver mais.
Postado por: Richard Whitt, da Washington Telecom e advogado de mídias
Uma proposta conjunta de políticas para uma internet aberta
10 agosto, 2010
Por Alan Davidson, diretor de políticas públicas do Google, e por Tom Tauke, vice-presidente de políticas públicas e comunicações da Verizon
Os primeiros arquitetos da internet acertaram nos pontos principais. Ao criar uma rede aberta, eles possibilitaram a maior troca de ideias de toda história. Ao fazer uma internet expansível, tornaram possível uma gigantesca inovação em sua infraestrutura.
É muito importante encontrar maneiras de manter a internet aberta no futuro e encorajar a rápida implementação da banda larga. A Verizon e o Google têm a satisfação de discutir o compromisso de princípios que nossas empresas desenvolveram no último ano relativo à espinhosa questão da “neutralidade da internet”.
Em outubro, as duas empresas divulgaram uma
declaração conjunta de princípios
(site em inglês) sobre a neutralidade da internet. Poucos meses depois,
foi apresentado um documento conjunto à FCC
(órgão regulador de telecomunicações nos EUA) (site em inglês) e,
num editorial de abril
(site em inglês), nossos CEOs discutiram seus interesses comuns numa internet aberta. Desde então, ouvimos todos os lados por meio de autoridades em vários níveis e aceitamos o desafio de criar um modelo equilibrado de regras. Duas metas principais nos guiaram:
O direito dos usuários de escolher que conteúdo, aplicativos ou dispositivos usarão, uma vez que essa liberdade é crucial para a inovação exponencial que faz da internet uma mídia transformadora.
A necessidade de os EUA continuarem a encorajar o investimento e a inovação para o suporte da infraestrutura fundamental da banda larga. Isso é muito importante para a competitividade global do país.
Hoje, os nossos CEOs anunciarão uma proposta que pretende contribuir construtivamente ao diálogo. Esta proposta conjunta é uma sugestão de estrutura legislativa para ser avaliada pelos parlamentares e pode ser lida AQUI (link).(falta link) Discutiremos, a seguir, os sete elementos principais:
Primeiramente
, as duas empresas sempre apoiaram os princípios de abertura da atual linha de banda larga da FCC, os quais garantem aos consumidores o acesso a todo conteúdo legítimo na internet e o uso dos aplicativos, serviços e dispositivos escolhidos. A exigibilidade destes princípios sofreu um abalo com a recente decisão das Cortes sobre a Comcast. A nossa proposta garante toda a força legal à FCC no que tange a estes princípios.
Em segundo lugar
, concordamos que, além dos princípios existentes, deveria haver uma nova proibição com força legal contra práticas discriminatórias. Isso significaria que, pela primeira vez, os provedores de banda larga por cabos não poderiam discriminar ou priorizar serviços, aplicativos ou conteúdo legítimo da internet de maneira que prejudicasse os usuários ou a concorrência.
Este novo princípio indiscriminatório englobaria a presunção contra a atribuição de prioridades ao tráfego da internet, incluindo as prioridades pagas. Assim, além de não poderem bloquear ou desfavorecer aplicativos e conteúdo da internet, os provedores de banda larga por cabo também não poderiam favorecer algum tipo específico de tráfego contra outro qualquer.
Terceiro
, é importante que o consumidor tenha todas as informações sobre sua experiência na internet. A nossa proposta prevê a criação de regras executáveis de transparência, tanto para serviços por cabo, quanto sem fio. Os provedores de banda larga forneceriam obrigatoriamente informações claras e compreensíveis sobre os serviços oferecidos e suas capacidades. Além disso, os provedores de banda larga também disponibilizariam aos provedores de conteúdos e aplicativos informações sobre práticas de gerenciamento de rede e outros dados necessários para garantir que eles alcancem os consumidores.
Em quarto lugar
, dada a confusão sobre a autoridade da FCC depois da decisão das Cortes sobre a Comcast, a nossa proposta esclarece o papel e autoridade da FCC no âmbito da banda larga. Além de criar proteção ao consumidor com força legal e padrões indiscriminatórios que vão muito além do alcance atual da FCC, a proposta também indica um novo mecanismo de execução para o órgão. Especificamente, a FCC executaria estas políticas de abertura caso a caso, por meio de um processo de reclamações. Ela seria capaz de agir rapidamente para impedir uma prática violadora dessas proteções e poderia impor multas de até dois milhões de dólares contra os infratores.
Quinto
, queremos que a infraestrutura da banda larga seja uma plataforma para a inovação. Portanto, a nossa proposta permite aos provedores oferecer serviços on-line adicionais e diferenciados, além do acesso à internet e a serviços de vídeo (como a FIOS TV, da Verizon) permitidos hoje em dia. Isto significa que os provedores de banda larga poderiam criar parcerias para desenvolver novos serviços. É muito cedo para prever como esses novos serviços se desenvolveriam, mas podemos dar como exemplo o monitoramento de assistência médica, a smart grid (rede elétrica inteligente), os serviços avançados de educação ou as novas opções de entretenimento e jogos. A nossa proposta também inclui proteções para assegurar que esses serviços on-line sejam distintos dos serviços tradicionais de acesso de banda larga à internet e que não possam ser utilizados para contornar as regras. A FCC também monitoraria o desenvolvimento destes serviços para garantir que não interviessem no desenvolvimento contínuo dos serviços de acesso à internet.
Em sexto lugar
, nós reconhecemos que a banda larga sem fio é diferente da esfera tradicional por cabo, em parte porque o mercado de celulares é mais competitivo e está em contínua mudança. Reconhecemos também que o mercado de banda larga sem fio ainda está em seus estágios iniciais e, sob este aspecto, a maioria dos princípios do cabo não se aplica ao serviço sem fio, com exceção do requisito da transparência. Além disso, o Government Accountability Office (órgão de auditoria, avaliação e investigação do governo dos EUA) apresentaria obrigatoriamente um relatório anual ao Congresso dos EUA relativo ao desenvolvimento do mercado de banda larga sem fio a fim de informar se as políticas em vigor protegem ou não os consumidores.
Finalmente
, acreditamos firmemente que é interesse da nação que todos os norte-americanos tenham acesso de banda larga à internet. Portanto, apoiamos a reforma do Federal Universal Service Fund (fundo para garantir o serviço equitativo das telecomunicações), para que se concentre na implementação da banda larga nas áreas onde ainda não esteja disponível.
Acreditamos que esta estrutura de políticas seja a melhor para os consumidores e que define muito bem o papel da FCC para o novo mundo da banda larga, ao mesmo tempo em que oferece aos provedores de banda larga a flexibilidade de gerenciar suas redes e de prover novos tipos de serviços on-line.
No fim das contas, entendemos que a proposta possibilita o aparecimento de novas ideias na web e o investimento dos provedores de banda larga em suas redes.
Criar uma proposta equilibrada e que contemplasse todos os lados não foi um processo fácil e, certamente, enfrentamos muitas diferenças no meio do caminho. Mas o nosso interesse mútuo nos impulsionou adiante por uma internet saudável e em expansão, que pode continuar a ser um laboratório para a inovação. Enquanto as autoridades continuam a formular as regras de trânsito, esperamos que os outros grupos interessados juntem-se a nós na construção de ideias para políticas de internet aberta que coloquem os consumidores em primeiro lugar e mantenham a liderança dos Estados Unidos no mundo da banda larga. Estamos prontos para trabalhar em conjunto com o Congresso dos EUA, com a FCC e com todas as partes interessadas neste propósito.
Coloque seu conhecimento no Mapa!
07 julho, 2010
Você já fez uma busca no Google Maps e descobriu que o endereço do estabelecimento comercial estava errado? Ou o telefone mudou? Ou o nome da loja não está correto? Ou, pior ainda, chegou no local indicado e o restaurante não existe mais?
Agora você pode ajudar a resolver estes problemas. Tanto para benefício próprio na próxima vez que precisar fazer uma busca no Google Maps, como em benefício dos outros usuários do Maps. Nós encorajamos particularmente que você faça monitore o seu bairro ou as regiões da cidade que você mais conhece.
No Google nós reconhecemos que ninguém conhece melhor o seu mundo do que você mesmo.
Por isso a partir de agora você pode
editar
o conteúdo do Google Maps. Você pode:
Remover um estabelecimento que tenha fechado:
Busque pelo estabelecimento que foi fechado e clique em seu marcador. Na janela de informações, clique em “Mais > Informar um problema;”
Quando perguntado qual o problema, indique que o lugar está permanentemente fechado;
Clique “Informar o Problema.”
Se o estabelecimento comercial ainda existir, porém localizado num local diferente do indicado do mapa, você pode mover o marcador sem trocar nenhuma outra informação do local:
Clique em “Mais> Mover marcador” na janela de informações do local em questão;
Arraste o marcador até o ponto correto no mapa;
Clique em Salvar no canto superior direito do mapa.
E se o problema for no nome do local, endereço ou algum outro detalhe para o qual você saiba a dado correto, clique em “Mais > Editar detalhes”.
Pode parecer que dar esse poder a todos os usuários poderia criar mais problemas do que soluções. Por isso implementamos algumas salvaguardas para garantir que tais edições ao conteúdo do Google Maps sejam de alta qualidade. O Google investiga todos os locais marcados como “fechados” e também quando um marcador é arrastado para um novo local. Por isso, em alguns casos as suas mudanças podem não aparecer no mapa imediatamente. Mas garantimos que damos muito valor à sua ajuda para fazer do Google Maps como uma ferramenta cada vez mais confiável.
Além disso, se você é o dono de um estabelecimento comercial, você pode usar o
Google Places
para reivindicar e manter os dados de seu estabelecimento sempre atualizados. E quando você o faz, nenhum outro usuário poderá modificar seus dados.
Postado por: Emmanuel Evita, Gerente de Comunicação e Assuntos Públicos do Google
Mais sobre a China
30 junho, 2010
Desde que lançamos o nosso mecanismo de pesquisa para usuários chineses, o Google.cn, não medimos esforços para que o acesso à informação fosse ampliado sem desobedecer às leis chinesas. Não foi fácil atingir um ponto de equilíbrio, principalmente depois de termos anunciado, em janeiro, que não haveria mais censura aos resultados do Google.cn.
Atualmente, todos os acessos ao Google.cn são automaticamente redirecionados para o Google.com.hk, nosso mecanismo de pesquisa em Hong Kong. Este redirecionamento, que oferece uma pesquisa sem filtros em chinês simplificado, tem sido uma boa solução para os nossos usuários e para o Google. No entanto, ficou claro nas conversas com as autoridades chinesas que, para elas, o redirecionamento é inaceitável. E, se mantivermos esta atitude, a nossa licença de ICP (Provedor de Conteúdo da Internet) não será renovada. A licença vencerá no dia 30 de junho. Sem ela, não é possível operar um website comercial como o Google.cn, o que, efetivamente, excluiria o Google da China.
Nossos usuários chineses têm se manifestado a favor da manutenção do funcionamento do Google.cn. Sendo assim, pensamos em algumas alternativas e, em vez de redirecionar automaticamente todos os nossos usuários, começamos a encaminhar uma pequena porcentagem deles para uma
página de destino no Google.cn
que contém um link para Google.com.hk. Nesta página, os usuários chineses podem realizar suas pesquisas na web ou usar os serviços do Google.cn, como tradução de texto e música, os quais são oferecidos sem filtragem. Esta abordagem garante o nosso compromisso de impedir a censura dos resultados no Google.cn, além de fornecer aos usuários, em uma só página, acesso a todos os nossos serviços.
Nos próximos dias, o redirecionamento será extinto por completo e, assim, encaminharemos todos os nossos usuários chineses à página de destino. Com base nesta abordagem, reenviamos o nosso pedido de renovação da licença de ICP.
Em nosso papel como empresa, o objetivo do Google é disponibilizar a informação para todos os usuários, incluindo os que estão na China. É por esse motivo que nos esforçamos tanto para manter o Google.cn ativo, além de continuarmos o nosso trabalho de pesquisa e de desenvolvimento na China. Esta nova forma de proceder é consistente com o nosso compromisso de impedir a autocensura e, em nosso entendimento, também uma maneira de obedecer às leis do país. Por isso, confiamos que a nossa licença será renovada e que continuaremos a oferecer aos usuários chineses, por meio do Google.cn, os nossos serviços.
Postado por: David Drummond, vice-presidente sênior de desenvolvimento corporativo e advogado-chefe
Segurança em primeiro lugar: proteja seus dados com o Google Apps
25 junho, 2010
Para a maioria das empresas, estar um passo à frente das novas ameaças de segurança que surgem diariamente é como segurar um punhado de areia nas mãos. Mesmo com as mãos apertadas, sempre escapam uns grãozinhos entre os dedos. Departamentos de TI geralmente enfrentam esse desafio sozinhos, além de garantir outras funções operacionais importantes. Porém, milhares de companhias e de organizações descobrem constantemente que podem contar com a capacidade técnica do Google para ajudá-las a gerenciar melhor suas necessidades de segurança. Basta se inscrever no Google Apps.
Para armazenar seus dados em nuvem tranquilamente, é preciso confiar no provedor de serviços e nas práticas e políticas implantadas. No mundo ultraconectado de hoje, entender como a informação será protegida é mais importante do que saber onde ela está localizada. Sabemos que nossos clientes esperam de nós a transparência, por isso nos esforçamos bastante nesse sentido. Por exemplo, no início deste ano nós
divulgamos
um ataque cibernético realizado contra o Google e contra pelo menos outras vinte grandes empresas de diversos ramos.
O nosso próximo passo em direção à maior transparência é o lançamento de um novo
white paper de segurança do Google Apps
(PDF em inglês). A partir dele, nossos clientes saberão mais sobre as práticas, políticas e tecnologias de segurança que reforçam o Google Apps. A segurança de nossos sistemas está em constante melhoria e evolução, assim como nossos esforços diários de proteção contra novas ameaças.
O Google Apps oferece uma infraestrutura de segurança sólida e abrangente para garantir estes e outros benefícios:
Centros de dados protegidos por controles avançados de segurança física e acesso à informação monitorado em múltiplos níveis.
Informação do cliente armazenada em fragmentos espalhados por múltiplos servidores e centros de dados, o que aumenta a confiabilidade e garante maior segurança do que a utilização de um único servidor. Quando apenas fragmentos são guardados em cada local, a chance de que uma ameaça física ou por computador resulte em perda de informações importantes reduz-se bastante.
Realização rápida de correções de software em pilhas de servidores idênticos para manter você atualizado com os patches mais recentes. Esta medida reduz substancialmente a carga de trabalho de mobilização de administradores de TI.
Definição, pelos administradores, de controles detalhados de acesso para documentos, calendários e outros tipos de informações geralmente armazenadas em nuvem.
Operações em grande escala, que ajudam a detectar rapidamente ameaças de segurança na web e a preparar defesas adequadas.
Redundância do sistema com replicação das informações em vários centros de dados para disponibilidade e recuperação de desastres.
Excelentes equipes de profissionais de segurança dedicados a proteger os dados dos clientes.
Visite
esta página
para obter mais informações sobre a proteção da privacidade e sobre segurança para Google Apps. Sua opinião e sugestões são importantes para nós.
Continuaremos a nos esforçar para conquistar e manter a confiança depositada em nós.
Postado por: Eran Feigenbaum, diretor de Segurança da Google Enterprise
Marque em sua agenda - Google Developer Day
25 junho, 2010
Estamos felizes em anunciar a data para o próximo
Google Developer Day
:
Data: 29 de Outubro de 2010 no
WTC, São Paulo
Teremos sessões técnicas sobre tecnologias web e móveis, incluindo
Android
,
Chrome
,
Google Web Toolkit
,
App Engine
e muito mais. Esperamos que este seja um
bom fórum
para se encontrar tanto a equipe do Google quanto outros desenvolvedores.
As inscrições serão abertas em setembro, mas por hora, não se esqueça de reservar o dia! Estamos ansiosos para vê-lo lá. (hashtag: #gddbr)
Postado por: Emmanuel Evita, Gerente de Comunicação e Assuntos Públicos do Google
FIFA.com e Google se unem para ajudar os torcedores da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010™
11 junho, 2010
A
Copa do Mundo da FIFA 2010
já começou na África do Sul. Durante todo o torneio, milhões de torcedores do mundo inteiro acompanharão os jogos.
Para marcar o evento, o
FIFA.com
, website oficial de futebol do mundo, e o Google se uniram para disponibilizar diversos recursos on-line que ajudarão os torcedores a acompanhar o desempenho cada seleção no torneio. Se você, torcedor, deseja buscar notícias sobre a Copa do Mundo da FIFA™ ou expressar sua opinião com relação à atuação de um jogador, temos exatamente o que é preciso para você ficar por dentro do mundo da bola:
Acompanhe sua seleção enquanto navega na Inter
net
: atualize-se sempre que estiver on-line com a extensão do FIFA.com do Google Chrome. Receba um feed ao vivo dos resultados da Copa do Mundo da FIFA™, fique por dentro das notícias e das estatísticas da partida e personalize o gadget para alertas instantâneos dos gols da seleção.
Confira os últimos resultados e a programação dos jogos nos resultados da pesquisa
: faça uma pesquisa por
[Copa do Mundo tabela]
ou
[Grupo G classificação]
, por exemplo, e confira os resultados ao vivo, os últimos resultados e a programação das partidas. Essas informações serão exibidas no topo dos resultados da sua pesquisa. Você também encontrará links para resumos de jogos, atualizações e perfis das seleções no site FIFA.com.
Acompanhe o torneio em sua página inicial personalizada
: obtenha as informações mais recentes sobre as seleções da Copa do Mundo FIFA 2010™, sobre os jogadores e sobre as partidas diretamente no seu gadget do iGoogle. Se quiser saber mais sobre os lugares em que o evento é realizado, clique na guia ‘locais’ e confira de perto os estádios.
Experimente a sensação de estar lá:
O FIFA.com e a
South African Tourism
(site em inglês) adicionaram, via Google Maps, informações sobre as cidades-sede, os estádios e as atrações, de modo a permitir o acesso fácil a estas localidades com o Street View e com visualizações em 3D: maps.google.com.br/exploresouthafrica
Você pode acessar todos esses recursos do FIFA.com e do Google ao visitar google.com.br/worldcup
Boa sorte a todos, e que o melhor time vença (isto é: o Brasil!)
Postado por: Emmanuel Evita, Gerente de Comunicação e Assuntos Públicos do Google Brasil
Segurança em primeiro lugar: proteja seus dados com o Google Apps
11 junho, 2010
Para a maioria das empresas, estar um passo à frente das novas ameaças de segurança que surgem diariamente é como segurar um punhado de areia nas mãos. Mesmo com as mãos apertadas, sempre escapam uns grãozinhos entre os dedos. Departamentos de TI geralmente enfrentam esse desafio sozinhos, além de garantir outras funções operacionais importantes. Porém, milhares de companhias e de organizações descobrem constantemente que podem contar com a capacidade técnica do Google para ajudá-las a gerenciar melhor suas necessidades de segurança. Basta se inscrever no Google Apps.
Para armazenar seus dados em nuvem tranquilamente, é preciso confiar no provedor de serviços e nas práticas e políticas implantadas. No mundo ultraconectado de hoje, entender como a informação será protegida é mais importante do que saber onde ela está localizada. Sabemos que nossos clientes esperam de nós a transparência, por isso nos esforçamos bastante nesse sentido. Por exemplo, no início deste ano nós divulgamos um ataque cibernético realizado contra o Google e contra pelo menos outras vinte grandes empresas de diversos ramos.
O nosso próximo passo em direção à maior transparência é o lançamento de um novo white paper de segurança do Google Apps (PDF em inglês). A partir dele, nossos clientes saberão mais sobre as práticas, políticas e tecnologias de segurança que reforçam o Google Apps. A segurança de nossos sistemas está em constante melhoria e evolução, assim como nossos esforços diários de proteção contra novas ameaças.
O Google Apps oferece uma infraestrutura de segurança sólida e abrangente para garantir estes e outros benefícios:
Centros de dados protegidos por controles avançados de segurança física e acesso à informação monitorado em múltiplos níveis.
Informação do cliente armazenada em fragmentos espalhados por múltiplos servidores e centros de dados, o que aumenta a confiabilidade e garante maior segurança do que a utilização de um único servidor. Quando apenas fragmentos são guardados em cada local, a chance de que uma ameaça física ou por computador resulte em perda de informações importantes reduz-se bastante.
Realização rápida de correções de software em pilhas de servidores idênticos para manter você atualizado com os patches mais recentes. Esta medida reduz substancialmente a carga de trabalho de mobilização de administradores de TI.
Definição, pelos administradores, de controles detalhados de acesso para documentos, calendários e outros tipos de informações geralmente armazenadas em nuvem.
Operações em grande escala, que ajudam a detectar rapidamente ameaças de segurança na web e a preparar defesas adequadas.
Redundância do sistema com replicação das informações em vários centros de dados para disponibilidade e recuperação de desastres.
Excelentes equipes de profissionais de segurança dedicados a proteger os dados dos clientes.
Visite
esta página
(página em inglês) para obter mais informações sobre a proteção da privacidade e sobre segurança para escolas.
Sua opinião e sugestões são importantes para nós. Continuaremos a nos esforçar para conquistar e manter a confiança depositada em nós.
Postado por: Eran Feigenbaum, diretor de Segurança da Google Enterprise
O novo índice de pesquisa do Google: Caffeine
10 junho, 2010
Anunciamos esta semana a finalização de um novo sistema de índice de pesquisa chamado Caffeine. Comparado ao nosso sistema anterior, o Caffeine oferece resultados 70% mais atualizados para as pesquisas na web. Além disso, é o maior acervo de conteúdo na web que já oferecemos. Não importa se é uma notícia ou uma postagem em um blog ou fórum: com o Caffeine você pode encontrar links para conteúdos relevantes após a publicação mais rápido do que nunca.
Uma explicação para aqueles que, diferente de nós, não vivem do desenvolvimento de mecanismos de pesquisa: quando você pesquisa no Google, você não pesquisa a web real. Em vez disso, você pesquisa o índice da web do Google, que funciona como o índice no final de um livro, ajudando você a encontrar exatamente o que precisa. (Aqui está uma
boa explicação
(site em inglês) sobre como isso funciona.)
Então, por que desenvolvemos um novo sistema de índice de pesquisa? O conteúdo na web está cada vez maior. E o crescimento não é apenas em tamanho e números. Com o advento dos vídeos, imagens, notícias e atualizações em tempo real, as páginas comuns estão cada vez mais ricas e complexas. Além disso, as expectativas das pessoas com relação à pesquisa também estão maiores. Quem pesquisa quer encontrar o conteúdo relevante mais atualizado possível, e quem publica o conteúdo também quer que ele seja encontrado instantaneamente.
Nós desenvolvemos o Caffeine para acompanhar a evolução da web e atender às expectativas dos usuários, que estão cada vez maiores. Para que você entenda melhor as novidades, a imagem abaixo ilustra as diferenças do nosso antigo sistema de índice em comparação ao Caffeine:
Nosso índice antigo tinha várias camadas, e algumas eram atualizadas mais frequentemente do que outras. A camada principal era atualizada a cada duas semanas. Para atualizar uma camada do índice antigo, nós analisávamos toda a web, o que criava um atraso significativo entre o momento em que encontrávamos uma página e o momento em que ela ficava disponível para você.
Com o Caffeine, nós dividimos a análise da web em partes pequenas, e atualizamos nosso índice de pesquisa continuamente e no mundo todo. Quando encontramos novas páginas ou novas informações em páginas existentes, podemos adicioná-las diretamente ao índice. Isso significa que você pode encontrar informações mais atualizadas do que nunca, independente de quando ou onde foram publicadas.
Com o Caffeine, nós podemos indexar páginas da web em escalas enormes. Na verdade, o Caffeine processa, de maneira simultânea, centenas de milhares de páginas a cada segundo. Se isso fosse uma pilha de papel, aumentaria quase cinco quilômetros a cada segundo. O Caffeine reúne cerca de 100 milhões de gigabytes de armazenamento em um banco de dados, e insere diariamente centenas de milhares de gigabytes de informações. Você precisaria de 625 mil iPods com capacidade máxima para armazenar tanta informação; se fosse uma pilha de papel, teria quase 65 quilômetros de altura.
Nós desenvolvemos o Caffeine com o futuro em mente. Não é apenas um sistema atualizado, é uma base robusta que nos permitirá desenvolver um mecanismo de pesquisa ainda mais rápido e completo, capaz de acompanhar o crescimento das informações on-line e de entregar resultados ainda mais relevantes para suas pesquisas. Por isso, não deixe de acompanhar mais aprimoramentos durante os próximos meses.
Postado por: Carrie Grimes, engenheira de software
Google Tendências da Gripe agora disponivel no Brasil
08 junho, 2010
Se você é como nós, provavelmente deseja saber como a temporada de gripe deste ano vai afetar você e sua comunidade. Para ajudar, nós do Google.org (site em inglês) temos o prazer de anunciar a expansão do Google Tendências da Gripe ao Brasil e a outros países da região. A gripe é uma ameaça mundial que afeta milhões de pessoas todos os anos. Portanto, é com satisfação que oferecemos esta ferramenta para mais regiões e idiomas.
Em novembro de 2008, lançamos o
Google Tendências da Gripe
nos Estados Unidos depois de verificarmos uma relação entre o número de pesquisas relacionadas à gripe e a quantidade de pessoas com sintomas da doença. Ao rastrear a popularidade de determinadas consultas de pesquisa, foi possível estimar o nível de pessoas atingidas pela gripe, quase em tempo real. Se alguns sistemas tradicionais de vigilância da gripe levam dias ou semanas para coletar e divulgar dados, as consultas de pesquisa do Google são somadas instantaneamente. O Google Tendências da Gripe é uma ferramenta adicional de vigilância desta doença que pode auxiliar autoridades de segurança pública e o público a tomar decisões mais conscientes na hora de se preparar para a temporada de gripe.
No ano passado, ampliamos nossa cobertura e incluímos México, diversos países europeus, Nova Zelândia e Austrália. E detectamos uma relevante correspondência entre as nossas estimativas e os dados oficiais sobre a atividade da gripe. Na realidade, a nossa análise da última temporada indicou que o Google Tendências da Gripe teve uma correlação de 92% com os dados oficiais da gripe nos Estados Unidos.
Um aspecto importante do Google Tendências da Gripe é a filtragem de termos que podem ter se popularizado porque apareceram nos jornais e nas outras mídias. Não utilizamos nos modelos, por exemplo, o termo [gripe suína], pois é provável que as pessoas digitem essa expressão em suas pesquisas no Google apenas em virtude das manchetes dos jornais, não porque realmente tenham o vírus H1N1 ou a gripe A. Para mais informações sobre como projetamos este modelo, confira este vídeo:
Postado por Emmanuel Evita, Gerente de Comunicação e Assuntos Públicos do Google Brasil
Google Chrome para Windows, Mac e Linux
08 junho, 2010
Depois de algum crescimento e muito trabalho, temos o orgulho de apresentar uma nova versão estável do Chrome para Windows, Mac e Linux. Desde
dezembro passado
, estivemos caçando bug por bug, além de termos adicionado novos recursos para deixar as versões para Mac e Linux em dia com a do Windows. Agora, finalmente podemos anunciar que as versões para Mac e Linux estão prontas para entrarem em cena como personagens principais.
Google Chrome para Windows
Google Chrome para Mac
Google Chrome para Linux
O nível de desempenho das três versões cresce cada vez mais: esta versão estável para Windows, Mac e Linux é a mais rápida até agora, incorporando melhorias substanciais de velocidade. Nós melhoramos em
213 por cento
e
305 por cento
(links em inglês) o desempenho de Javascript pelos benchmarks
V8
e
SunSpider
(sites em inglês) desde a nossa primeira versão beta, ainda na era jurássica do Chrome (setembro de 2008). Para relembrar essas melhorias de velocidade, também lançamos uma série de três testes de velocidade fora do convencional para o navegador:
(Se quiser saber como colocamos o Chrome contra as forças de uma arma de lançar batatas,
de um raio e da velocidade do som, confira as cenas dos bastidores
neste vídeo
, ou leia todos os detalhes técnicos (em inglês) na
descrição suspensa do vídeo no YouTube
).
Você deve ter percebido que este novo lançamento de versão estável chega com novos recursos, incluindo a habilidade de sincronizar preferências do navegador em múltiplos computadores, novos recursos de HTML5 e um gerenciador de favoritos remodelado. Para maiores detalhes, leia o
Chrome Blog
(em inglês).
Se você não experimentou o Google Chrome desde a Idade da Pedra, confira esta nova versão estável. Se já usa o Chrome, a sua versão em breve será atualizada automaticamente. Para experimentar agora mesmo, faça o download da versão mais recente no endereço google.com/chrome.
(Primeira versão, depois o beta e agora estável!
Agradecimentos a Christoph Niemann)
Postado por: Brian Rakowski, Gerente de Produto, Google Chrome
O Google TV: quando a TV encontra a web
08 junho, 2010
Se existe um aparelho de entretenimento que todos conhecem e adoram, esse aparelho é a televisão. De fato, quatro bilhões de pessoas no mundo inteiro assistem à TV e quase a metade dos brasileiros passa mais de três horas por dia na frente da telinha*. Entretanto, cada vez mais nós nos divertimos através dos nossos celulares e computadores. É que esses dispositivos têm algo que a televisão não tem: a web. Com ela, encontrar e acessar conteúdo que interessa é rápido e normalmente tão fácil quanto pesquisar no Google. Mas a web ainda não dispõe de muitos dos recursos e da experiência de alta qualidade que é assistir à TV.
Isso nos fez parar e pensar... e se pudéssemos, em um único dispositivo, dar às pessoas o melhor da televisão e o melhor da web? Imagine ligar a TV e receber todos os canais e programas aos quais você assiste normalmente e todos os websites em que você sempre navega, incluindo os seus sites favoritos de vídeo, música e fotos. Há duas semanas, tivemos o enorme prazer de anunciar exatamente isso.
O
Google TV
(site em inglês) é uma nova experiência de televisão que combina a TV que você já conhece com a liberdade e o poder da internet. Com o
Google Chrome
integrado, você pode acessar os seus sites preferidos e, facilmente, alterar entre a televisão e a web. Com isso, a sua TV passa de algumas dezenas para milhões de canais de entretenimento entre a televisão e a web. A sua TV não está mais confinada a somente exibir vídeos. Com toda a internet na sua sala, a sua televisão se transforma em mais do que uma simples TV. Pode virar um console de jogos, um aparelho para reproduzir músicas, exibir fotos e muito mais.
O Google TV utiliza a pesquisa para oferecer a você uma maneira simples e ágil para navegar em canais de televisão, websites, apps, programas e filmes. Por exemplo, você já sabe o canal ou programa que quer assistir? É só digitar o nome e pronto. Quer conferir aquele vídeo engraçado do YouTube na sua tela plana de 48"? É só realizar uma pesquisa rápida. Se você sabe o que quer ver, mas não tem certeza de como encontrar, basta digitar o que estiver procurando e o Google TV vai ajudar você a encontrar tanto na web quanto nos seus canais de televisão. Se preferir procurar pelos canais em vez de pesquisar, você pode usar o seu guia de programas, o seu gravador de vídeo digital (DVR) ou a tela inicial do Google TV, que fornece acesso rápido para o seu entretenimento favorito. Você sempre estará ao alcance do seu conteúdo favorito.
Por ter sido construído em plataformas abertas, como Android e Google Chrome, o Google TV pode ir muito além desses recursos. Durante a apresentação no Google I/O, nós desafiamos os desenvolvedores de web a criar os próximos apps de web e de Android especificamente para a experiência de TV. Os desenvolvedores já podem começar a
otimizar seus websites para o Google TV
(site em inglês) hoje mesmo. Logo após o lançamento, divulgaremos o SDK do Google TV e APIs de web para TV, para que os desenvolvedores possam criar aplicativos ainda melhores para distribuição pelo Android Market. Já começamos a criar alianças estratégicas com inúmeras empresas de ponta na inovação de tecnologia de TV, como Jinni.com e
Rovi
(sites em inglês). Jinni.com é um aplicativo de TV de última geração que vai oferecer pesquisa semântica, recomendações personalizadas e recursos sociais para o Google TV em todas as fontes de conteúdo premium disponíveis para você. Já o Rovi é um dos melhores aplicativos de guia do planeta. Mal podemos esperar para ver como os desenvolvedores vão usar esta nova plataforma.
Estamos trabalhando com a
Sony
,
Logitech
e
Intel
(sites em inglês) para colocar o Google TV dentro de televisores, Blu-ray players e set-up boxes. Estes dispositivos começarão a ser vendidos no fim do ano em lojas
Best Buy
(site em inglês) nos Estados Unidos. Você pode se
registrar aqui
(site em inglês) para receber atualizações sobre a disponibilidade do Google TV.
São tempos extraordinários para telespectadores, desenvolvedores e para todo o ecossistema da TV. Ao possibilitar que, em única tela, as pessoas desfrutem de suas experiências favoritas da TV e da web, o Google TV transforma a sala de estar em uma nova plataforma para a inovação. Estamos empolgados com o futuro. Esperamos que você também esteja.
*
IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008
Postado por: Salahuddin Choudhary, Gerente de Produto Google TV
Google Buzz para celulares agora disponível em mais dispositivos
27 maio, 2010
Em Fevereiro, nós lançamos
Google Buzz para Celulares
, uma ferramenta para iniciar bate papos interessantes quando vocês está longe do seu desktop. Uma das formas mais populares de se acessar o Google Buzz no celular é através do applicativo web (acessando buzz.google.com no browser do seu telefone celular). Quando o Buzz foi iniciado estava disponível apenas para dispositivos rodando Android 2.0 ou superiores e para o iPhone. Não mais! Hoje estamos lançando uma versão XHTML do website do Buzz que pode ser acessado por muitos outros telefones celulares, incluindo aqueles rodando Android pre-2.0A, Blackberry, Nokia S60 e Windows Mobile.
Basta acessar buzz.google.com no browser do seu telefone e logar com a sua sennha. Você poderá ver o histórico de posts do Buzz, fazer novos posts públicos ou privados, commentar ou marcar que gostou de um post, e muito mais. No Blackberry, você pode também abilitar a disponibilidade do seu local através das
configurações do seu browser
. Com isso, você poderá ter acesso à visão de posts “Perto de você”, onde você encontrará posts que forão geo-referenciados e estão próximos à sua localização. Além disso, você poderá adicionar a sua localização aos seus posts. Note que alguns dispositivos não têm a funcionalidade de geo-localização.
Os telefones rodando Android pre-2.0 agora poderão rodar a mesma versão do site que versões mais novas do Android. Se você preferir, poderá trocar para a versão XHTML e lembraremos da sua escolha.
Nós trabalhamos muito para fazer o Google Buzz para celulares acessível de mais dispositivos e em mais locais. Agora ele está disponível em 37 línguas através de buzz.google.com e estamos animados em traze-lo para telefones com browsers que não suportam HTML5. Esperamos que você aproveite o Google Buzz para celulares!
Postado por: Alex Kennberg, engenheiro de software, Google Celular
O novo visual do Google para celulares
07 maio, 2010
Quando se trata de pesquisas em celulares, o nosso objetivo não é somente oferecer a mesma abrangência e relevância da pesquisa com o Google no seu computador. Queremos também criar um visual e uma experiência de usuário consistentes. Por isso, durante o lançamento do
novo visual para os resultados
da Pesquisa do Google no seu computador, temos o prazer de anunciar mudanças similares nos resultados da Pesquisa do Google para celulares.
Ao acessar o Google.com nos EUA com o seu iPhone ou dispositivo móvel a partir do sistema Android e realizar uma pesquisa, você agora pode dar um toque no botão à esquerda da caixa de pesquisa na página de resultados para visualizar um novo menu de opções de pesquisa. Depois, selecione qualquer item do menu para refinar a sua pesquisa. Por exemplo, se quiser os resultados recentes para "Mother's day gift" ("presente de dia das mães"), dê um toque na opção "Past week" (Última semana).
Dê um toque no botão... ... para ver as opções de pesquisa
Você vai perceber que, quando o menu se expande, os resultados da pesquisa se movem para o lado direito da tela. Observe que você pode interagir com os resultados ou visualizá-los inteiramente ao mover a tela para a direita. Também há algumas opções adicionais de menu, como "News" (Notícias) e "Products" (Produtos). Nas próximas semanas, ampliaremos o suporte a outros dispositivos e locais, além de aumentar o número de opções disponíveis.
Postado por Reza Ziaei e Mike Buchanan, Equipe de Engenharia Google Celular
Uma Metamorfose de Outono: O novo visual do Google
06 maio, 2010
06/05/2010 03:50:00 PM
Hoje, ao usar o Google, você deve ter percebido uma pequena diferença: o visual dos nossos resultados de pesquisa sofreu uma mudança. Esta metamorfose se deve à crescente riqueza da Web e ao poder da pesquisa, com exibição das ferramentas de pesquisa à esquerda e atualização do visual em toda a página. Apesar de sempre realizar pequenas mudanças e de fazer atualizações, as alterações de hoje refletem as evoluções mais recentes da nossa tecnologia de pesquisa, que facilitam mais do que nunca o acesso ao que se procura.
O novo visual do Google, com navegação simplificada à esquerda.
Quais são as novidades e o que mudou?
À esquerda da página, nós adicionamos a navegação de relevância por contexto. Este novo painel lateral destaca as ferramentas e os refinamentos de pesquisa para a sua consulta. Nos últimos três anos, nós lançamos a
Pesquisa universal
, o
painel de Opções de Pesquisa
e o
Google Squared
, e são essas três tecnologias que abastecem o nosso painel esquerdo.
A Pesquisa universal ajuda você a encontrar os tipos de resultados mais relevantes para a sua pesquisa. A parte de cima do nosso novo painel esquerdo se acrescenta à Pesquisa universal ao sugerir os gêneros mais relevantes de resultados para a sua consulta. Você também pode alternar entre os diferentes tipos de resultados sem dificuldades. A opção “Todos os resultados” continua sendo a nossa pesquisa fundamental, com diferentes tipos de resultados integrados aos resultados principais. Só que agora você pode alternar facilmente para apenas um tipo específico de resultados procurados.
O painel expansível de Opções de Pesquisa lançado no ano passado ofereceu ótimas ferramentas para dividir os resultados da pesquisa. A nova navegação à esquerda evidencia essas ferramentas para que você tenha uma visão diferente dos seus resultados. Talvez você queira ver imagens de cada um dos resultados, ou apenas as informações mais recentes. Todas essas opções estão ali, à esquerda, e a nossa tecnologia sugere as ferramentas mais relevantes e úteis à sua consulta.
O
Google Squared
(disponível no Google Labs) ajuda você a encontrar e comparar entidades. O nosso recurso “Algo diferente” vai além com a tecnologia do Google Squared para encontrar entidades relacionadas à sua consulta. Dessa maneira, você pode explorar com facilidade outros tópicos relacionados, além dos resultados da sua consulta atual.
Além das mudanças do lado esquerdo, atualizamos o nosso visual em termos de cores e de logotipo. Essas alterações foram sutis e mantiveram o minimalismo da nossa página, ao mesmo tempo em que deixaram o visual geral mais moderno.
O novo design renova e simplifica o visual e a funcionalidade do Google, o que facilita o acesso ao que você procura. É poderoso, mas simples. As mudanças de hoje são as mais recentes no nosso esforço contínuo de evoluir e aprimorar o Google. Testamos estas alterações com usuários nos últimos meses, e o lançamento de hoje reflete as reações observadas. Queremos garantir que o Google que você usa hoje é melhor do que aquele que você usou ontem, e essas mudanças recentes abrem várias possibilidades para melhorias e recursos futuros.
Para saber mais sobre o nosso novo design, confira este vídeo:
O lançamento da nossa nova interface tem início hoje, no mundo inteiro, em 37 idiomas. Também lançamos a
versão para celulares
, para interfaces em inglês, nos Estados Unidos. Comece a pesquisar!
Postado por Marissa Mayer, VP de Produtos de Pesquisa e Experiência do Usuário
Google e o futuro da notícia
16 abril, 2010
Em um panorama sobre o futuro da notícia, o jornalista argentino Miguel Wiñazki se referiu à proliferação de geradores de conteúdo alavancada por plataformas como o YouTube ou Blogger e ao impacto que essas exercem na informação.
"A censura faleceu", disse Wiñazki, durante o terceiro Google Press Summit, reunião anual organizada pelo Google com jornalistas da América Latina. Wiñazki ilustrou seu comentário com o caso dos cidadãos iranianos, que, no ano passado, divulgaram seus protestos ao gravá-los em seus celulares e ao fazer o upload desses para o YouTube logo após as eleições presidenciais desse país. Wiñazki lançou a pergunta sobre qual será no futuro a definição de jornalista, em face da generalização dos produtores de conteúdo atualmente observada.
Rodrigo Velloso, Gerente de Desenvolvimento de Negócios do Google na América Latina, debateu a possível responsabilidade de empresas como o Google na atual crise enfrentada pelos tradicionais meios de comunicação, em particular os gráficos.
Velloso enumerou as causas que provocaram a crise desses veículos, tais como a redução nas assinaturas e a perda de anunciantes em seções bastante rentáveis, como os classificados ou suplementos de automóveis, ou de turismo, que foram ofuscados por ofertas similares na Internet.
"Algumas das fontes de anunciantes mais importantes dos meios diminuíram muito rapidamente", disse Velloso.
Por sua vez, Velloso relembrou que o Google.com e o Google Notícias direcionam bilhões de cliques por mês a websites de meios de comunicação, um grande tráfego que fica à disposição dos veículos, além de frisar que o Google não obriga os meios a permanecerem no mecanismo de pesquisa nem no Google Notícias. Por último, ele descreveu diferentes produtos do Google destinados ao aprimoramento da experiência de leitura das notícias on-line, tais como o
Google Fast Flip
ou o
Living Stories
, cujo foco é ajudar os meios de comunicação a manter e monetizar seus leitores.
"Queremos estar associados à solução do problema enfrentado pelos meios de comunicação. Já fazemos bastante e queremos fazer ainda mais", disse Velloso.
Postado por: Emmanuel Evita, Gerente de Comunicação e Assuntos Públicos do Google Brasil
O despertar do comércio eletrônico e publicidade on-line na América Latina
16 abril, 2010
O crescente aumento da publicidade on-line e do comércio eletrônico na América Latina oferece importantes oportunidades ao setor de Pequenas e Médias Empresas. Mas mesmo a tendência se mostrando otimista, ainda falta um longo caminho a percorrer.
De acordo com um levantamento realizado pela Pyramid Research sobre mais de 3.600 Pequenas e Médias Empresas da América Latina, que foi apresentado durante o terceiro Google Press Summit em Buenos Aires, 86% já possuem um website e 24% planejam adotar o comércio eletrônico nos próximos 6 a 18 meses. Porém, na data do estudo, apenas 20% das empresas entrevistadas ofereciam a possibilidade de executar transações na Internet.
Por outro lado, 60% das empresas que tem um website afirmaram veicular estar realizando algum tipo de publicidade na Internet, principalmente em mecanismos de pesquisa. Também é interessante notar que muitas Pequenas e Médias Empresas, embora não possuam um website, , já estão investindo na publicidade on-line. De acordo com a Pyramid, 14% das empresas manifestaramveicular publicidade on-line para promover seus produtos e 25% está pensando em fazê-lo nos próximos 6 meses. Isso, somado ao fato de que 30% das empresas pesquisadas prevê lançar sua presença on-line em breve, apresenta um panorama promissor para o desenvolvimento da Internet na região.
Nesse sentido, o Google acompanha os pequenos empresários latino-americanos, tanto no processo de criação dos seus websites, quanto na disponibilidade de acesso a uma maior variedade de funções em websites já estabelecidos, além de promover alternativas de custo-benefício da publicidade on-line.
Dessa forma, é claro que a tendência indica que o mercado das Pequenas e Médias Empresas da América Latina na Internet continuará se desenvolvendo progressivamente nos próximos 18 meses. Através de ferramentas gratuitas como o Google Analytics, soluções de publicidade on-line a um custo acessível e a capacitação dos seus parceiros, o Google continua apoiando o desenvolvimento da Internet e do comércio eletrônico na região, conseguindo que cada vez mais empresários façam seu primeiro investimento publicitário on-line ou otimizem seu website.
Postado por: Alexandre Hohagen, Diretor Geral do Google America Latina
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